Permissionários que atuavam no Arco da Ponte denunciam a falta de cumprimento de um auxílio social prometido pelo poder público desde o início de 2025. Segundo o grupo, a retirada dos trabalhadores de seus boxes resultou na perda do principal — e em muitos casos único — meio de sustento de diversas famílias.
De acordo com os permissionários, o Governo municipal havia se comprometido, ainda em janeiro de 2025, a garantir um auxílio financeiro como forma de compensação pelos prejuízos causados com a desocupação da área. No entanto, passados meses sem qualquer pagamento, em novembro do mesmo ano surgiu a informação de que o DNIT não teria repassado os recursos ao município.
Na ocasião, foi anunciado o envio de um novo projeto de lei à Câmara de Vereadores, para nova votação, com a promessa de que os pagamentos teriam início em janeiro de 2026. Passado o prazo anunciado, os permissionários afirmam que até o momento não houve qualquer manifestação oficial ou definição concreta sobre o repasse do auxílio.
Ao todo, já são mais de 14 meses desde a saída dos trabalhadores de seus locais de trabalho, período em que muitos permanecem sem qualquer outra fonte de renda. A situação, segundo eles, tem causado graves impactos financeiros e sociais.
Em nota, os permissionários cobram uma resposta definitiva do Governo e destacam que a categoria não suporta mais viver de promessas. “Estamos cansados de anúncios sem cumprimento. Precisamos de uma solução concreta, clara e urgente”, afirmam.
A mobilização busca chamar a atenção das autoridades para a necessidade de respeito aos compromissos assumidos e para a urgência de medidas que garantam dignidade e sustento às famílias afetadas.
Atenciosamente,
Permissionários do Arco da Ponte
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