PETROLINA

Jovem morre em estacionamento alagado de supermercado em Petrolina; água estava energizada

Gabriel da Silva Suzano, de 23 anos, morreu na tarde do domingo, 18 de outubro, no estacionamento de motocicletas do Novo Atacarejo, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O espaço estava alagado após a forte chuva que atingiu o município. A suspeita inicial é de que o jovem tenha sofrido uma descarga elétrica.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 18h. Durante o atendimento, os militares constataram que a água acumulada no estacionamento estava energizada e impediram o acesso à área para evitar que outras pessoas entrassem em contato com ela.A equipe solicitou a presença da Neoenergia Pernambuco, que realizou o desligamento da rede elétrica externa. Os bombeiros também orientaram que a energia da rede interna do estabelecimento fosse desligada.

As medidas foram adotadas durante o atendimento à ocorrência, diante do risco identificado no estacionamento. A constatação de água energizada foi relatada pelos Bombeiros, mas a origem da energização não foi esclarecida nas informações disponíveis.

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram no hipermercado. Segundo a corporação, Gabriel já estava morto quando os profissionais chegaram. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina.

Embora uma descarga elétrica seja a suspeita inicial, a causa da morte ainda não foi confirmada nas informações apresentadas sobre o caso. Também não foram divulgados detalhes sobre o que o jovem fazia no estacionamento ou como ocorreu o possível contato com a eletricidade.

A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) não detalhou informações sobre as investigações até a última atualização desta reportagem. Assim, permanecem sem esclarecimento público as circunstâncias da morte e a origem do problema elétrico.

A assessoria do Novo Atacarejo também não havia se manifestado até a publicação desta matéria.

O relato dos bombeiros registra o isolamento do estacionamento e o desligamento da rede externa durante a ocorrência. Não há, no material divulgado, informações sobre uma eventual liberação posterior da área ou sobre o resultado da perícia.

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