{"id":10475,"date":"2020-05-13T07:25:00","date_gmt":"2020-05-13T10:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/blogopara.com.br\/?p=10475"},"modified":"2020-05-20T23:17:59","modified_gmt":"2020-05-21T02:17:59","slug":"educacao-em-tempo-de-pandemia-ha-etapa-a-ser-vencida-ou-vivida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2020\/05\/13\/educacao-em-tempo-de-pandemia-ha-etapa-a-ser-vencida-ou-vivida","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o em tempo de pandemia: h\u00e1 etapa a ser vencida ou vivida?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Nos \u00faltimos meses temos vivenciado um cen\u00e1rio ca\u00f3tico diante de um brusco movimento pand\u00eamico que atravessou as nossas rotinas. Num dia acordamos, realizamos as nossas tarefas di\u00e1rias\/laborais normalmente, mas haviam not\u00edcias que circundavam a rotina. Como n\u00e3o era uma realidade pr\u00f3xima acredit\u00e1vamos no controle da dissemina\u00e7\u00e3o para territ\u00f3rios mais distantes. N\u2019outro dia apenas fomos comunicados que n\u00e3o haveria mais expediente, que as aulas deveriam ser paralisadas e que a recomenda\u00e7\u00e3o era o isolamento social e a chamada para o \u201cfica em casa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parece que ficar em casa nunca foi t\u00e3o pesado como nos \u00faltimos meses, para alguns de n\u00f3s. Viv\u00edamos um distanciamento social que nos permitia a sensa\u00e7\u00e3o de conviver com o (des)conhecido, mas n\u00e3o nos atent\u00e1vamos, ou melhor, n\u00e3o \u201ct\u00ednhamos tempo\u201d para olhar o (des)conhecido e olh\u00e1-lo um pouco mais perto. Agora, o desconhecido reflete o nosso pr\u00f3prio estrangeirismo face o mundo e, talvez, possamos retomar caminhos de assumi-lo como sendo um mundo poss\u00edvel de viver por meio da<br \/>\na\u00e7\u00e3o e da pluralidade, segundo o pensamento de Hannah Arendt.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas reflex\u00f5es iniciais trazem o cen\u00e1rio atual do qual vivemos e no qual sinto. Ouvi esses dias um \u00e1udio da psicanalista e fil\u00f3sofa Viviane Mos\u00e9 e comungo da sua ideia de que n\u00e3o tenho produzido tanto porque estou vivendo. Vivendo. Sentindo tudo isso que se passa. \u00c0s vezes, com um distanciamento necess\u00e1rio para n\u00e3o perder o estranho-familiar que habita nos dias, para n\u00e3o esquecer da estreia de cada acordar, para n\u00e3o (des)acelerar uma rotina que exige de mim, de n\u00f3s, um outro tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabemos, obviamente, que esta realidade de isolamento social como um convite \u00e0 reflex\u00f5es sobre as condi\u00e7\u00f5es na qual est\u00e1vamos\/estamos forjando os nossos dias n\u00e3o \u00e9 realidade de todos, pois todos n\u00e3o existem. O cen\u00e1rio de muitos est\u00e1 relacionado h\u00e1 algumas pr\u00e9-ocupa\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 sobreviv\u00eancia, ao que de b\u00e1sico \u00e9 necess\u00e1rio para a perman\u00eancia dos dias que seguem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tenho refletido, entretanto, sobre qual \u00e9 o papel da educa\u00e7\u00e3o na contemporaneidade? Onde se situava\/situa este campo de conhecimento e pr\u00e1tica na vida cotidiana? Seria a educa\u00e7\u00e3o, fundamentalmente, uma obriga\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es escolares? Que papel a educa\u00e7\u00e3o tem em um pa\u00eds como o nosso, no qual a ideologia do governo federal est\u00e1 alinhada com a ruptura da garantia dos direitos fundamentais?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Educa\u00e7\u00e3o para qu\u00ea e para quem em um cen\u00e1rio pand\u00eamico? H\u00e1 muito a educa\u00e7\u00e3o esteve relacionada a um aprender para desenvolver algo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Compreendemos, assim, que a educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um fim, mas um meio para desenvolver uma t\u00e9cnica, uma habilidade, uma compet\u00eancia (n\u00e3o que isso n\u00e3o seja compreendido como algo importante). A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 vista como fases em que precisa-se dar conta de conte\u00fados program\u00e1ticos, sem o m\u00ednimo de reflex\u00e3o, para que se alcance o pr\u00f3ximo n\u00edvel. Nessa seara, a escola apresenta-se como um lugar de passagem, passagem que<br \/>\nest\u00e1 vinculada ao mercado de trabalho que deseja receber homens e mulheres que estejam tecnicamente preparados mas&#8230; desconectados de si. Se alargarmos os nossos horizontes educacionais passaremos a entender que o processo educativo n\u00e3o \u00e9 um lugar de passagem e, sim, uma realidade que precisa ser vivida em sua presentifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A escola \u00e9 o presente, n\u00e3o como algo dado, mas como acontecia de quem vive nesse lugar. Recordamos o imperativo \u201cestude para ser algu\u00e9m&#8230;\u201d como algo que p\u00f5e em xeque a constitui\u00e7\u00e3o de sujeitos que s\u00e3o aprendentes e est\u00e3o no mundo, sonham, coabitam e se responsabilizam pelas a\u00e7\u00f5es empreendidas aqui. Em um cen\u00e1rio de crise como este, quem somos quando estamos fora do espa\u00e7o escolar e\/ou do espa\u00e7o do trabalho? Quem somos frente a um imperativo que, em certa medida, restringe as possibilidades do que pode ser vivido e incorporado a forma\u00e7\u00e3o do sujeito?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entendemos que por tr\u00e1s de um imperativo como este est\u00e1 um significativo interesse do mercado e do neoliberalismo em atomizar os sujeitos \u00e0 mera condi\u00e7\u00e3o de pensar-se algu\u00e9m pela via daquele que hoje \u00e9 senhor e escravo de si, sendo \u201cningu\u00e9m\u201d caso esteja \u201cfora\u201d dos padr\u00f5es sociais impostos sobre o que \u00e9 \u201cser algu\u00e9m\u201d e, portanto, \u00fanico respons\u00e1vel pelas suas condi\u00e7\u00f5es. Adianto que ser algu\u00e9m numa sociedade como a nossa est\u00e1<br \/>\nvinculado a ideia de ser consumidor, logo, estamos a comprar um produto chamado educa\u00e7\u00e3o e ao consumi-lo esvaziamos o seu sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir do document\u00e1rio \u201cNunca me sonharam\u201d (2017) registramos a fala de uma das participantes em que a mesma expressa que \u201cn\u00e3o existe uma escola emancipat\u00f3ria numa sociedade opressora\u201d, aspecto tematizado\/vivido pelo patrono Paulo Freire. A condi\u00e7\u00e3o de qual papel para a educa\u00e7\u00e3o na contemporaneidade precisa estar, sem d\u00favida, em um repensar as inclina\u00e7\u00f5es, percursos, trajet\u00f3rias sobre a Educa\u00e7\u00e3o\/Escola. Talvez at\u00e9 hoje tenhamos vivido sob uma certa verdade do que seja Educa\u00e7\u00e3o\/Escola e por isso, tamb\u00e9m, seja t\u00e3o dif\u00edcil para alguns governantes,&nbsp; professores, estudantes, pais e sociedade civil compreenderem um momento de brusca parada como este, um momento de crise que exige de todos n\u00f3s uma implica\u00e7\u00e3o com o processo educacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Arendt (1961) O que nos diz respeito a todos e, consequentemente, n\u00e3o pode ser confiado \u00e0 pedagogia enquanto ci\u00eancia especializada, \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre adultos e crian\u00e7as em geral ou, em termos ainda mais gerais e<br \/>\nexatos, a nossa rela\u00e7\u00e3o com o facto da natalidade: o facto de que todos chegamos ao mundo pelo nascimento e que \u00e9 pelo nascimento que este mundo constantemente se renova. A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 assim o ponto em que se decide se se ama suficientemente o mundo para assumir responsabilidade por ele e, mais ainda, para o salvar da ru\u00edna que seria inevit\u00e1vel sem a renova\u00e7\u00e3o, sem a chegada dos novos e dos jovens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m o lugar em que se decide se se amam suficientemente as nossas crian\u00e7as para n\u00e3o as expulsar do nosso mundo deixando-as entregues a si pr\u00f3prias, para n\u00e3o lhes retirar a possibilidade de realizar qualquer coisa de novo, qualquer coisa que n\u00e3o t\u00ednhamos previsto, para, ao inv\u00e9s, antecipadamente as preparar para a tarefa de renova\u00e7\u00e3o de um mundo comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo assim, a transforma\u00e7\u00e3o s\u00f3 poder\u00e1 acontecer quando notarmos que a<br \/>\nconstru\u00e7\u00e3o do \u201cser algu\u00e9m\u201d n\u00e3o depende apenas de frequentar a escola, mas de uma a\u00e7\u00e3o de amor mundi e das outras condi\u00e7\u00f5es, tempos e espa\u00e7os que permitam a cada pessoa forjar-se como ser-constante-aprendente-ser.<br \/>\nE retornando a pergunta mobilizadora desse escrito: Que lugar existe para a<br \/>\neduca\u00e7\u00e3o? O que mesmo compreendemos por educa\u00e7\u00e3o? De quem \u00e9 a tarefa de educar?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o nos esque\u00e7amos que todos somos ensinantes e aprendentes, uns por profiss\u00e3o como no caso professores e educadores, mas todos por voca\u00e7\u00e3o, pois sempre h\u00e1 algo para aprender de algu\u00e9m. Que nossos ensinamentos e aprendizagens possibilitem ampliar o olhar para com o bem comum e n\u00e3o como um meio para guerras ideol\u00f3gicas que desintegram a humanidade, ao inv\u00e9s de unir e estabelecer conex\u00e3o que cres\u00e7a e mobilize ao processo de mudan\u00e7a a cada pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estamos em tempos dif\u00edceis, sem saber o que ser\u00e1 no dia de amanh\u00e3, tudo<br \/>\nimprevis\u00edvel, tudo se reestruturando, o que nos resta \u00e9 saber esperar, sem causar mais danos sejam f\u00edsicos ou ps\u00edquicos as outras pessoas e a n\u00f3s. Pois, a partir do momento que cobro do outro mais do que ele pode dar, estou desumanizando as rela\u00e7\u00f5es, assim tamb\u00e9m como as institui\u00e7\u00f5es, no caso de nossa discuss\u00e3o os espa\u00e7os educacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que cada um perceba-se educador(a), levando as gera\u00e7\u00f5es a reflex\u00e3o de que a vida importa mais do que a mudan\u00e7a de n\u00edveis escolares, pois tudo pode recome\u00e7ar com novos jeitos de ser e viver, de maneira emancipada, consciente e emp\u00e1tica para a vida planet\u00e1ria e das pessoas que nela est\u00e1. Todas as etapas da vida importam e vamos nos \u201cesperan\u00e7ar\u201d para viver esse momento pensando que outros mundos s\u00e3o poss\u00edveis como nos fala Ailton Krenac, construindo um lugar em que todos caibam, sem exce\u00e7\u00e3o e se eduquem para uma experi\u00eancia totalizante de respeito, consci\u00eancia e experi\u00eancia de ser-no-mundo. Por fim, e parafraseando o Carlos Drummond de Andrade se procurarmos bem, encontraremos n\u00e3o a explica\u00e7\u00e3o (duvidosa) da vida, mas a poesia (inexplic\u00e1vel) da vida.<\/p>\n<pre>Emanoela Souza Lima\n(Psic\u00f3loga, mestranda em Psicologia pelo Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o\nda UNIVASF, integrante da Educuidar \u2013 Consultoria em Educa\u00e7\u00e3o.\nAtualmente atua em contexto escolar na rede privada)\n\nClara Maria Miranda de Sousa\n(Psic\u00f3loga, Pedagoga, Mestra em Forma\u00e7\u00e3o Docente e Pr\u00e1ticas\nInterdisciplinares e integrante da Educuidar \u2013 Consultoria em Educa\u00e7\u00e3o)<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos meses temos vivenciado um cen\u00e1rio ca\u00f3tico diante de um brusco movimento pand\u00eamico que atravessou as nossas rotinas. Num dia acordamos, realizamos as nossas tarefas di\u00e1rias\/laborais normalmente, mas haviam not\u00edcias que circundavam a rotina. 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