{"id":2051,"date":"2019-08-01T09:10:23","date_gmt":"2019-08-01T12:10:23","guid":{"rendered":"http:\/\/blogopara.com.br\/?p=2051"},"modified":"2019-08-01T09:10:31","modified_gmt":"2019-08-01T12:10:31","slug":"por-que-o-futuro-do-agronegocio-depende-da-preservacao-do-meio-ambiente-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2019\/08\/01\/por-que-o-futuro-do-agronegocio-depende-da-preservacao-do-meio-ambiente-no-brasil","title":{"rendered":"Por que o futuro do agroneg\u00f3cio depende da preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Agr\u00f4nomos, bi\u00f3logos e entidades como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria) alertam que\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-48463000\">a destrui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa<\/a>\u00a0e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas t\u00eam grande potencial para prejudicar diretamente o agroneg\u00f3cio no Brasil, porque afetam diversos fatores ambientais de grande influ\u00eancia sobre a atividade agr\u00edcola.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O principal deles \u00e9 o regime de distribui\u00e7\u00e3o das chuvas, essenciais para nossa produ\u00e7\u00e3o \u2013 apenas 10% das lavouras brasileiras s\u00e3o irrigadas. Com o desmatamento e o aumento das temperaturas, ser\u00e3o afetados umidade, qualidade do solo, polinizadores, pragas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A BBC News Brasil ouviu pesquisadores do agroneg\u00f3cio e nomes ligados ao setor para entender como esses riscos gerados pela destrui\u00e7\u00e3o do ambiente devem afetar a produtividade das planta\u00e7\u00f5es brasileiras e mesmo se safras se tornar\u00e3o invi\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eles dizem as not\u00edcias sobre o setor ambiental no Brasil n\u00e3o s\u00e3o animadoras: se o\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-48046107\">ritmo de desmatamento<\/a>\u00a0na Amaz\u00f4nia continuar como est\u00e1,\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-48805675\">atingiremos em pouco tempo um n\u00edvel de devasta\u00e7\u00e3o sem volta<\/a>. Junho foi o m\u00eas com mais desmatamento na Amaz\u00f4nia, 920,4 km\u00b2, desde o in\u00edcio do monitoramento com sistema de alerta pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em 2015. Foi um aumento de 88% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas no ano passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mesmo tempo, as\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-48055582\">press\u00f5es<\/a>\u00a0e\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/internacional-48811177\">cobran\u00e7as internacionais<\/a>\u00a0chamam aten\u00e7\u00e3o para a\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-48642486\">agenda ambiental do governo Bolsonaro<\/a>, que tem flexibilizado a legisla\u00e7\u00e3o ambiental e diminu\u00eddo a fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\" style=\"text-align: justify;\">Crise iminente<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, o agroneg\u00f3cio \u00e9 respons\u00e1vel por 21,6% do PIB brasileiro, segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Preocupados com quest\u00f5es como log\u00edstica, estrutura e desafios comerciais como o vaiv\u00e9m das commodities no mercado internacional, a quest\u00e3o da sustentabilidade acaba n\u00e3o sendo prioridade para o setor como um todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A quest\u00e3o da sustentabilidade, no sentido amplo, \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o. Mas em primeiro lugar v\u00eam a estrutura e a log\u00edstica e as quest\u00f5es comerciais&#8221;, afirma o agr\u00f4nomo Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura (2003-2006) e coordenador da \u00e1rea de agro da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, os riscos gerados pela devasta\u00e7\u00e3o ambiental na agricultura s\u00e3o uma amea\u00e7a muito mais iminente do que se imagina, segundo o pesquisador Eduardo Assad, da Embrapa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns estudos,\u00a0<a class=\"story-body__link-external\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.1088\/1748-9326\/8\/2\/024021\">como um feito por pesquisadores das Universidades Federais de Minas Gerais e Vi\u00e7osa<\/a>, projetam perdas de produtividade causadas por desmatamento e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas para os pr\u00f3ximos 30 anos. Outros n\u00e3o trabalham com tempo, mas com n\u00edvel de devasta\u00e7\u00e3o, como o estudo\u00a0<a class=\"story-body__link-external\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nclimate2502\">Efeitos do Desmatamento Tropical no Clima e na Agricultura<\/a>, das cientistas americanas Deborah Lawrence e Karen Vandecar, que afirma que quando o desmatamento na Amaz\u00f4nia atingir 40% do territ\u00f3rio (atualmente ele est\u00e1 em 20%), a redu\u00e7\u00e3o das chuvas ser\u00e1 sentida a mais de 3,2 mil km de dist\u00e2ncia, na bacia do Rio da Prata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Assad, que tamb\u00e9m \u00e9 professor da FGV Agro e membro do Painel Brasileiro de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas, os efeitos da destrui\u00e7\u00e3o do ambiente e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas j\u00e1 come\u00e7am a ser sentidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele cita, por exemplo, o relat\u00f3rio da Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Soja (Aprosoja) que mostra a perda de mais de 16 milh\u00f5es de toneladas na safra de soja deste ano devido a seca que atingiu as principais regi\u00f5es produtoras desde dezembro. &#8220;J\u00e1 h\u00e1 evid\u00eancias de que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas aumentaram o n\u00famero de eventos extremos, como secas e ondas e calor&#8221;, afirma Assad.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 duas amea\u00e7as principais, segundo Lawrence e Vandecar. A primeira \u00e9 o aquecimento global, que acontece em escala global e que \u00e9 intensificado pelo desmatamento. A outra s\u00e3o os riscos adicionais criados pela devasta\u00e7\u00e3o das florestas, que geram impactos imediatos na quantidade de chuva e temperatura, tanto em n\u00edvel local quanto continental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Defici\u00eancia h\u00eddrica e temperatura<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maior parte da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira depende das chuvas \u2013 s\u00f3 5% da produ\u00e7\u00e3o total e 10% da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os s\u00e3o irrigados. Isso significa que mudan\u00e7as na precipita\u00e7\u00e3o afetam diretamente nossa produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O regime de chuvas \u00e9 afetado por uma s\u00e9rie de fatores \u2013 desde a topografia at\u00e9 as correntes mar\u00edtimas. Um fator importante \u00e9 a din\u00e2mica de evapora\u00e7\u00e3o e transpira\u00e7\u00e3o terrestres, ou seja, a umidade produzida pela respira\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores e plantas, explica o agr\u00f4nomo da USP Gerd Sparovek, professor da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e presidente da Funda\u00e7\u00e3o Florestal do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse fen\u00f4meno, chamado de evapotranspira\u00e7\u00e3o, \u00e9 especialmente alto em florestas tropicais como a amaz\u00f4nica \u2013 elas s\u00e3o o ecossistema terrestre que mais movimenta \u00e1gua, transformando a \u00e1gua do solo em umidade no ar e diminuindo a temperatura da atmosfera sobre elas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Ao cortar a vegeta\u00e7\u00e3o natural que, durante o ano inteiro joga \u00e1gua na atmosfera, umas das principais consequ\u00eancias \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de menos nuvens no per\u00edodo seco&#8221;, explica Assad, da Embrapa. &#8220;Um estudo que acabamos de finalizar mostra um aumento significativo de defici\u00eancia h\u00eddrica do Nordeste ao Centro-Oeste&#8221;, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso afeta as chuvas potencialmente at\u00e9 no Sudeste, j\u00e1 que h\u00e1 correntes de ar que normalmente empurram essas nuvens para sul.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A destrui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa afeta at\u00e9 a dura\u00e7\u00e3o das temporadas de chuvas e estiagem, segundo o estudo de Lawrence e Vandecar, que faz uma revis\u00e3o da literatura cient\u00edfica e foi publicado em 2014 na revista Nature.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O corte da vegeta\u00e7\u00e3o nativa tamb\u00e9m altera a temperatura e clima local, e potencialmente tamb\u00e9m o de regi\u00f5es mais distantes, explica Sparovek, da Esalq. &#8220;As altera\u00e7\u00f5es, nesse caso, s\u00e3o sempre desfavor\u00e1veis.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E isso vale n\u00e3o s\u00f3 para a Amaz\u00f4nia: a remo\u00e7\u00e3o do Cerrado, onde hoje se encontra a principal expans\u00e3o da fronteira produtiva, tamb\u00e9m eleva a temperatura local.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse problema \u00e9 refor\u00e7ado pelo aquecimento global, que torna o clima mais inst\u00e1vel e aumenta a frequ\u00eancia de extremos, como ondas de calor e estiagens e chuvas em excesso. E o desmatamento s\u00f3 intensifica esse processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O risco para o agroneg\u00f3cio \u00e9 especialmente grande quando altas temperaturas s\u00e3o concomitantes com per\u00edodos de diminui\u00e7\u00e3o das chuvas \u2013 isso diminui a produtividade das lavouras e pode comprometer safras inteiras, diz o bi\u00f3logo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um efeito adicional do comprometimento da disponibilidade de \u00e1gua tem a ver com a produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, que tamb\u00e9m \u00e9 importante para o agroneg\u00f3cio, aponta Sparovek. Um clima mais seco ou maiores per\u00edodos de estiagem podem comprometer a vaz\u00e3o dos rios e dos reservat\u00f3rios, afetando diretamente a produ\u00e7\u00e3o de energia, j\u00e1 que nossa matriz energ\u00e9tica \u00e9 em sua maioria dependente de hidroel\u00e9tricas.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\" style=\"text-align: justify;\">Perda de \u00e1rea produtiva<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A retirada total das florestas tamb\u00e9m gera outros problemas relativos aos recursos h\u00eddricos al\u00e9m da chuva, explica o bi\u00f3logo Jean Paul Metzger, professor da USP e doutor em ecologia de paisagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A retirada da vegeta\u00e7\u00e3o nativa retira a prote\u00e7\u00e3o do solo, que n\u00e3o \u00e9 reposta mesmo se a \u00e1rea virar uma planta\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que as ra\u00edzes das plantas cultivadas s\u00e3o muito superficiais. O solo cultivado tamb\u00e9m tem pouca permeabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso dificulta a infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua no solo, o que gera dois problemas. Um \u00e9 a falta de reposi\u00e7\u00e3o da \u00e1gua nos len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. A outra, \u00e9 um processo de eros\u00e3o e polui\u00e7\u00e3o dos rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A chuva vai escoando superficialmente e levando o solo junto, h\u00e1 uma perda da camada mais f\u00e9rtil, vai tudo para o rio&#8221; diz Metzger. &#8220;E a partir de um certo momento voc\u00ea n\u00e3o tem como reverter, h\u00e1 uma perda de \u00e1rea produtiva via eros\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<pre>Fonte: BBC<\/pre>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\" style=\"text-align: justify;\"><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se hoje a bancada ruralista \u00e9 a principal for\u00e7a pressionando o Congresso para flexibilizar a prote\u00e7\u00e3o ambiental, \u00e9 consenso entre agr\u00f4nomos e pesquisadores que o futuro do agroneg\u00f3cio depende da preserva\u00e7\u00e3o 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