{"id":26997,"date":"2021-08-14T14:08:00","date_gmt":"2021-08-14T17:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=26997"},"modified":"2021-08-14T11:59:25","modified_gmt":"2021-08-14T14:59:25","slug":"violencia-contra-jovens-nas-redes-sociais-reacende-debate-sobre-cyberbullying-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2021\/08\/14\/violencia-contra-jovens-nas-redes-sociais-reacende-debate-sobre-cyberbullying-no-brasil","title":{"rendered":"Viol\u00eancia contra jovens nas redes sociais reacende debate sobre cyberbullying no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 dois meses, um dos principais fen\u00f4menos que simbolizam a atual\u00edssima for\u00e7a das m\u00eddias digitais no Brasil anunciava uma pausa nas redes sociais para cuidar da sa\u00fade mental.<\/p>\n<div id=\"ad-middle\" class=\" adRef\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CPG48rPgsPICFREN1AodJFkFMA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21867286880\/folhape\/middle_0__container__\"><span style=\"font-size: inherit;\">J\u00e1 fazia um bom tempo que a cantora Lu\u00edsa Sonza, de 23 anos, tinha se tornado uma figura p\u00fablica acostumada a ter a pr\u00f3pria vida exposta, diariamente, \u00e0 imensid\u00e3o de pessoas (s\u00f3 no Instagram, s\u00e3o 23 milh\u00f5es) que a seguem e acompanham seu trabalho na internet e nos ve\u00edculos tradicionais.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo assim, ela sentiu o <a href=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/cultura\/luisa-sonza-pede-fim-de-ataques-apos-morte-do-filho-de-whindersson\/185638\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">peso violento dos ataques de \u201chaters\u201d<\/a>\u00a0(palavra do ingl\u00eas que pode ser traduzida como \u201cdepreciadores\u201d).<\/p>\n<p>Eram mensagens de \u00f3dio que n\u00e3o paravam de chegar desde a not\u00edcia da morte prematura do filho do ex-marido da artista, o comediante e tamb\u00e9m influenciador Whindersson Nunes, 26.<\/p>\n<p>Dias depois, Sonza ainda publicou um v\u00eddeo nos Stories, pedindo para que parassem com os ataques, sem quase conseguir falar de tanto choro. A grava\u00e7\u00e3o foi retirada do ar, e a equipe da cantora anunciou o afastamento dela, que voltaria \u00e0s atividades no m\u00eas seguinte para lan\u00e7ar o \u00e1lbum novo.<\/p>\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Trag\u00e9dia anunciada<\/strong><br \/>O problema se torna ainda mais complicado quando atinge pessoas mais novas e sem um aparato de apoio t\u00e3o estruturado quanto o de uma cantora como Lu\u00edsa Sonza, podendo resultar em trag\u00e9dia. Foi o caso de Lucas, 16, o filho da cantora Walkyria Santos, que, depois de postar um v\u00eddeo no TikTok em que simulava que daria um beijo em um amigo, teve a sexualidade questionada e foi alvo de coment\u00e1rios homof\u00f3bicos.<\/p>\n<p>Diante da press\u00e3o, o adolescente ainda gravou outro v\u00eddeo \u201cse retratando\u201d, mas o estrago estava feito. O garoto se suicidou. (Quem precisar de ajuda para problemas psicol\u00f3gicos deve procurar servi\u00e7os de apoio como o Centro de Valoriza\u00e7\u00e3o da Vida, o CVV, que atende 24 horas, de domingo a domingo, pelo disque 188 ou pelo site da institui\u00e7\u00e3o, o cvv.org.br).<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda iclEsquerda\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bullying em debate<\/strong><br \/>Esses e outros casos recentes de \u201ccancelamentos\u201d ou \u201clinchamentos\u201d contra jovens e pessoas que exercem influ\u00eancia sobre eles na internet trouxeram \u00e0 tona um debate que j\u00e1 era bastante comum nas escolas, mas que agora se expande para todo o mundo virtual: o cyberbullying.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica, definida na lei federal 13.185\/2015 como \u201cintimida\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica na rede mundial de computadores\u201d, \u00e9 realizada quando se utilizam \u201cinstrumentos que lhe s\u00e3o pr\u00f3prios para depreciar, incitar a viol\u00eancia, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s chamamos de intimida\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica porque ele \u00e9 recorrente, n\u00e3o vem por meio de um ato isolado. O bullying \u2018tradicional\u2019 consiste em ataques f\u00edsicos, insultos pessoais, coment\u00e1rios, apelidos pejorativos, amea\u00e7as. E o cyberbullying \u00e9 usar a rede para incitar a viol\u00eancia\u201d, explica a advogada Ana Vasconcelos Negrelli, especialista em Direito da Fam\u00edlia do escrit\u00f3rio Martorelli Advogados.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o dela, o cyberbullying pode ser mais perigoso. \u201cPrimeiro, porque voc\u00ea tem uma plateia muito maior. Segundo, porque o agressor pode estar atuando de forma an\u00f4nima. E, terceiro, porque ele n\u00e3o tem fronteiras espaciais. Aquele conte\u00fado pode ter uma repercuss\u00e3o grande e depois parar, mas, depois de um tempo, pode aparecer em outro lugar, e tudo recome\u00e7a. A v\u00edtima n\u00e3o tem para onde fugir\u201d, conclui Negrelli.<\/p>\n<p><strong>Gera\u00e7\u00e3o hiperconectada<\/strong><br \/>O combate ao cyberbullying e a outras viol\u00eancias na internet pode ser visto como um dos grandes desafios da sociedade contempor\u00e2nea, que vive em uma rotina constantemente transformada pelo avan\u00e7o acelerado das tecnologias digitais.<\/p>\n<p>E diferentemente dos pais, tios e av\u00f3s, que v\u00eam de uma \u00e9poca \u201canal\u00f3gica\u201d, as crian\u00e7as e os adolescentes de hoje j\u00e1 nasceram imersos nesse modo de vida hiperconectado, sem, muitas vezes, saber distinguir o mundo \u201creal\u201d do \u201cvirtual\u201d, duas dimens\u00f5es que, de fato, se complementam e se confundem o tempo todo.<\/p>\n<p>Apesar de ser uma caracter\u00edstica da atualidade, a pesquisadora Suely Deslandes, professora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade da Crian\u00e7a e do Adolescente do Instituto Nacional Fernandes Figueira da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (IFF\/Fiocruz), lembra que a absor\u00e7\u00e3o de novas tecnologias sempre foi o fen\u00f4meno presente nas sociedades industrializadas, demarcando diferen\u00e7as entre as gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cA internet n\u00e3o foi a primeira a fazer isso. Toda e qualquer tecnologia que tem o poder de transformar o cotidiano muda as rela\u00e7\u00f5es e a maneira de encarar o mundo\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Uma das diferen\u00e7as geradas entre os adultos mais velhos e os jovens atualmente \u00e9 o letramento digital, o dom\u00ednio sobre o uso e a linguagem das ferramentas tecnol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>\u201cPara as gera\u00e7\u00f5es mais novas, \u00e9, digamos, \u2018natural\u2019 ter uma rela\u00e7\u00e3o entre digital e anal\u00f3gico completamente sem fronteiras. Elas brincam, jogam, assistem a filmes juntas pela internet, e as plataformas querem que voc\u00ea esteja conectado o tempo todo. Ent\u00e3o, esse apelo de hiperconex\u00e3o, gera crian\u00e7as e adolescentes, por um lado, capazes de manejar muito melhor v\u00e1rios recursos oferecidos e, por outro, muito mais suscet\u00edveis ao \u2018efeito plateia\u2019, a querer agradar. \u00c9 a cultura do \u2018like\u2019\u201d, analisa a professora.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Educa\u00e7\u00e3o digital<\/strong><br \/>Nesse contexto de buscar aceita\u00e7\u00e3o social, a viol\u00eancia ganha espa\u00e7o nos meios digitais com a dissemina\u00e7\u00e3o de preconceitos e discursos de \u00f3dio, que alimentam tamb\u00e9m a pr\u00e1tica de crimes sexuais e de g\u00eanero.<\/p>\n<p>As principais v\u00edtimas acabam sendo mulheres, negros, LGBTQIAP+ e pessoas que n\u00e3o se enquadram nos padr\u00f5es de beleza e consumo difundidos por imagens de \u201ccorpo sarado e perfeito\u201d ou de produtos e servi\u00e7os a que uma pequena parcela da popula\u00e7\u00e3o tem acesso.<\/p>\n<p>Para atuar contra isso, a professora Suely Deslandes defende que os pais adotem estrat\u00e9gias distintas conforme a idade do jovem.<\/p>\n<p>\u201cPara a faixa de at\u00e9 seis anos, as diversas ferramentas de controle parental sobre o que e onde o filho est\u00e1 consumindo podem ajudar. As pr\u00f3prias plataformas, como o YouTube, t\u00eam esse dispositivo\u201d, observa. \u201cA partir das idades mais velhas, essas crian\u00e7as t\u00eam um letramento digital t\u00e3o superior que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel achar que os pais v\u00e3o conseguir dar conta desse controle\u201d.<\/p>\n<p>Por isso, a aposta em rela\u00e7\u00e3o aos mais velhos deve ser no di\u00e1logo para uma educa\u00e7\u00e3o digital.<\/p>\n<p>\u201cEmbora esses meninos e meninas tenham muita flu\u00eancia no uso das plataformas, eles n\u00e3o t\u00eam o discernimento de autopreserva\u00e7\u00e3o de um adulto. E, mesmo assim, muitos adultos nem desenvolveram tais crit\u00e9rios&#8221;, avalia a pesquisadora.<\/p>\n<p>&#8220;Ent\u00e3o, em vez de controlar, os pais devem debater e tentar construir com os filhos um senso cr\u00edtico do uso da internet, orientando sobre o tipo de conte\u00fado de que se deve desconfiar e sobre n\u00e3o disseminar conte\u00fados que envolvam quest\u00f5es \u00edntimas de colegas, namorados ou namoradas, numa perspectiva \u00e9tica\u201d.<\/p>\n<p><strong>Di\u00e1logo familiar<\/strong><br \/>A busca pela aprova\u00e7\u00e3o de um grupo faz parte da socializa\u00e7\u00e3o e da forma\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo na transi\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia para a fase adulta.<\/p>\n<p>O psic\u00f3logo cl\u00ednico Fernando Cruz, membro do Conselho Regional de Psicologia de Pernambuco (CRP-02), ressalta que os efeitos da superexposi\u00e7\u00e3o nas redes sociais s\u00e3o ainda maiores para um jovem. Assim, o contato com ataques virtuais e conflitos na internet pode provocar quadros de ansiedade, isolamento e baixa autoestima (veja no infogr\u00e1fico).<\/p>\n<p>\u201cEssas redes, em especial o Instagram, s\u00e3o constru\u00eddas para refor\u00e7ar o est\u00edmulo de dopamina (neurotransmissor que libera a sensa\u00e7\u00e3o de prazer) quando voc\u00ea recebe uma aprova\u00e7\u00e3o social da sua atitude ou da sua foto. Mas, ao mesmo tempo, a descida para os coment\u00e1rios negativos \u00e9 muito ruim, principalmente porque, no ambiente virtual, existe o movimento de se esconder no anonimato, e os coment\u00e1rios n\u00e3o t\u00eam tanto o crivo de consci\u00eancia ou a no\u00e7\u00e3o de consequ\u00eancia\u201d, comenta o psic\u00f3logo.<\/p>\n<p>\u201cIsso abala a confian\u00e7a para lidar com as quest\u00f5es cotidianas e pode ser levado para a vida adulta\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: Folha de Pernambuco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 dois meses, um dos principais fen\u00f4menos que simbolizam a atual\u00edssima for\u00e7a das m\u00eddias digitais no Brasil anunciava uma pausa nas redes sociais para cuidar da sa\u00fade mental. 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