{"id":31272,"date":"2021-12-12T09:22:00","date_gmt":"2021-12-12T12:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=31272"},"modified":"2021-12-10T14:26:20","modified_gmt":"2021-12-10T17:26:20","slug":"cientistas-descobrem-esqueleto-com-prego-no-calcanhar-a-melhor-evidencia-fisica-de-crucificacao-no-mundo-romano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2021\/12\/12\/cientistas-descobrem-esqueleto-com-prego-no-calcanhar-a-melhor-evidencia-fisica-de-crucificacao-no-mundo-romano","title":{"rendered":"Cientistas descobrem esqueleto com prego no calcanhar, a melhor evid\u00eancia f\u00edsica de crucifica\u00e7\u00e3o no mundo romano"},"content":{"rendered":"<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Ningu\u00e9m sabe qual era o seu nome, por isso os arque\u00f3logos o tratam pela fria denomina\u00e7\u00e3o de Esqueleto 4926, um dos 48 corpos (sendo 5 de crian\u00e7as) achados em novembro de 2017 durante a escava\u00e7\u00e3o de um terreno na localidade de Fenstanton, no condado de Cambridgeshire (Inglaterra), para a constru\u00e7\u00e3o de um condom\u00ednio residencial. Agora, a revista\u00a0<a href=\"https:\/\/www.archaeologyuk.org\/new-in-archaeology\/british-archaeology-magazine.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\"><i>British Archaeology<\/i><\/a>\u00a0revelou que essa pessoa foi crucificada h\u00e1 1.900 anos e que inclusive conserva o prego que atravessou seu calcanhar direito, o que faz dessa, segundo os arque\u00f3logos, \u201ca melhor evid\u00eancia f\u00edsica de uma crucifica\u00e7\u00e3o no\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/cultura\/2021-11-10\/o-massacre-de-400-escravizados-que-define-o-mundo-romano.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">mundo romano<\/a>\u201d. Trata-se, al\u00e9m disso, de um dos escassos torturados que conservam a presilha met\u00e1lica pontiaguda que atravessou seu p\u00e9, porque estas pe\u00e7as de ferro eram retiradas ap\u00f3s a cruel morte do condenado, por se considerar que possu\u00edam propriedades m\u00e1gicas ou curativas.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">O artigo intitulado\u00a0<a href=\"https:\/\/www.archaeologyuk.org\/static\/1693fb3b-1b3a-4d2d-b28b53059f7f3822\/Crucifixion-in-the-Fens-Life-and-Death-in-Roman-Fenstanton.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\"><i>Crucifica\u00e7\u00e3o nos Fens: vida e morte na Fenstanton romana<\/i><\/a>, assinado pelos arque\u00f3logos David Ingham e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ice.cam.ac.uk\/about-us\/staff-profiles\/tutor\/dr-corinne-duhig\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Corinne Duhig<\/a>, da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cam.ac.uk\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Universidade de Cambridge<\/a>, explica que o corpo, correspondente a um homem de 25 a 35 anos, foi enterrado num caix\u00e3o de carvalho, algo extremamente raro, porque se tratava de um condenado \u00e0 morte pelas autoridades de Roma. Al\u00e9m disso, os especialistas acreditam que esse desaventurado passou sua vida como um simples escravo, j\u00e1 que os ossos das suas canelas est\u00e3o extremamente desgastados, \u201ccomo se tivesse permanentemente arrastado correntes\u201d, observam.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">O mart\u00edrio da crucifica\u00e7\u00e3o, segundo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/crucifixionguy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">J. Gunnar Samuelsson<\/a>, do Departamento de Hist\u00f3ria da Universidade de Gotemburgo (Su\u00e9cia), foi inventado pelos persas, adotado pelos cartagineses e copiado pelos romanos depois de derrotar os p\u00fanicos. Ocorria em pra\u00e7a p\u00fablica, com a inten\u00e7\u00e3o de servir de exemplo para dissuadir quem pretendesse violar as leis. Mas era reservado apenas a \u201cinimigos, criminosos, rivais e escravos, n\u00e3o se aplicando aos elementos mais elevados da sociedade romana\u201d, afirma Samuelsson.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Sabe-se tamb\u00e9m que uma da representa\u00e7\u00f5es mais cru\u00e9is e desumanas deste supl\u00edcio ocorreu em 71 a.C., na Via \u00c1pia, em Roma, depois da rebeli\u00e3o do escravo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2014\/08\/07\/cultura\/1407435018_563616.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\">Spartacus<\/a>, quando mais de 6.000 pessoas chegaram a ser mortas.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">A morte dos condenados ocorria principalmente por asfixia. O r\u00e9u, ap\u00f3s ser amarrado ou pregado ao poste mortal, logo sentia dificuldade para espirar, um doloroso processo que impedia a elimina\u00e7\u00e3odo CO2 de seus pulm\u00f5es (hipercapnia), ao passo que o oxig\u00eanio escasseava em poucos minutos. O crucificado, numa desesperada tentativa de respirar, apoiava-se nos p\u00e9s, com o que a dor aumentava em suas extremidades e a agonia aumentava. Se o verdugo fosse piedoso, quebrava-lhe as pernas para que a morte fosse mais r\u00e1pida.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">O crucificado de Fenstanton, sustenta o estudo da Universidade de Cambridge, vivia em um povoado constru\u00eddo junto \u00e0 chamada Via Devana, uma rota que ligava duas importantes cidades romanas da \u00e9poca, Cambridge e Godmanchester, e que atualmente corresponde \u00e0 rodovia A14. Este assentamento, segundo o estudo de Ingham e Duhig, manteve-se durante s\u00e9culos, \u201ca julgar pelo elevado n\u00famero de moedas achadas durante as escava\u00e7\u00f5es e o grande volume de cer\u00e2mica e ossos de animais encontrados\u201d. Os especialistas acreditam que o povoado se estendia por cerca de seis hectares, e que seus primeiros habitantes se estabelecerem ali por volta do in\u00edcio da era crist\u00e3, ou algumas d\u00e9cadas antes.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">O corpo do desventurado 4926 foi enterrado de barriga para cima, em dire\u00e7\u00e3o norte-sul e com as m\u00e3os cruzadas sobre a p\u00e9lvis. Seus restos mortais apareceram, al\u00e9m disso, rodeados de 12 pregos: um junto \u00e0 cabe\u00e7a, outro pr\u00f3ximo aos p\u00e9s, cinco formando uma linha na parte superior da tumba, quatro fazendo uma curva no lado inferior, mais o que atravessava seu tornozelo.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Quando o esqueleto foi exumado, e dado que o corpo estava coberto de barro, o prego cravado no calcanhar mal era vis\u00edvel, e assim todos os ossos foram levados a um laborat\u00f3rio da cidade de Bedford para uma an\u00e1lise de rotina. Quando os t\u00e9cnicos limparam os restos \u00f3sseos, descobriram o metal que cruzava o calcanhar.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Ingham, diretor de projetos da consultoria respons\u00e1vel pela escava\u00e7\u00e3o, a Albion Archaeology, declarou na quarta-feira ao jornal\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/science\/2021\/dec\/08\/best-physical-evidence-of-roman-crucifixion-found-in-cambridgeshire?CMP=Share_iOSApp_Other\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\"><i>The Guardian<\/i><\/a>\u00a0que \u201csabemos bastante sobre as crucifica\u00e7\u00f5es, como eram praticadas e onde, gra\u00e7as aos relatos hist\u00f3ricos. Entretanto, esta \u00e9 a primeira evid\u00eancia tang\u00edvel para ver realmente como funcionavam\u201d.<\/p>\n<figure class=\"a_m a_m-v\" style=\"text-align: justify;\"><span class=\"_db a_m_w\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"_re lazyload a_m-v\" src=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/5LzaQP0XsavUiSeB5LMiAX5SvVQ=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/R3A4SLQNTZFTDIJ4EPQEXKT7OA.png\" srcset=\"https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/5LzaQP0XsavUiSeB5LMiAX5SvVQ=\/414x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/R3A4SLQNTZFTDIJ4EPQEXKT7OA.png 414w,https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/0UUtuXgIH2cyQGjfj_cFBn10jYs=\/828x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/R3A4SLQNTZFTDIJ4EPQEXKT7OA.png 640w,https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/pSrGzgPHfyTvf_UDMj40kT9UrYo=\/980x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/R3A4SLQNTZFTDIJ4EPQEXKT7OA.png 1000w,https:\/\/imagens.brasil.elpais.com\/resizer\/TFz4cAS1JD07c2t64gYPaphw_dw=\/1960x0\/cloudfront-eu-central-1.images.arcpublishing.com\/prisa\/R3A4SLQNTZFTDIJ4EPQEXKT7OA.png 1960w\" alt=\"Esqueleto do homem, de entre 25 e 35 anos, crucificado em Cambridgeshire\" width=\"414\" height=\"640\" \/><\/span><figcaption class=\"a_m_p\">Esqueleto do homem, de entre 25 e 35 anos, crucificado em Cambridgeshire<span class=\"a_m_m\">ADAM WILLIAMS<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">A import\u00e2ncia do achado reside tamb\u00e9m em ser o \u00fanico com evid\u00eancia f\u00edsica encontrado no norte da Europa e o quarto no mundo, embora em dois destes casos n\u00e3o tenham sido achados os pregos. O caso mais conhecido ocorreu em Jerusal\u00e9m (Israel), em 1968, durante obras de constru\u00e7\u00e3o civil. O prego tinha a mesma posi\u00e7\u00e3o que no caso brit\u00e2nico, mas n\u00e3o estava t\u00e3o bem conservado. Alguns estudiosos apontaram nos \u00faltimos anos, al\u00e9m disso, graves falhas no processo de investiga\u00e7\u00e3o destes restos e dados que supostamente n\u00e3o coincidem com os relat\u00f3rios iniciais.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, \u00e9 muito raro que o corpo de um martirizado na cruz, como \u00e9 o caso do homem de Fenstanton, fosse recuperado por seus amigos ou familiares, devolvido ao povoado de origem ou resid\u00eancia e enterrado junto com outras pessoas da localidade, principalmente quando o\u00a0<i>status\u00a0<\/i>do justi\u00e7ado era o mais baixo da sociedade romana: um escravo. Os cientistas desconhecem tamb\u00e9m o lugar exato de sua crucifica\u00e7\u00e3o, mas talvez tenha sido perto da sepultura, ao outro lado da atual A14, onde foram detectados buracos para postes e valas.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">O data\u00e7\u00e3o por radiocarbono determinou que esse homem morreu entre 130 e 360 d. C.. A an\u00e1lise do DNA, por sua vez, mostra que ele n\u00e3o estava relacionado com nenhum dos outros corpos encontrados no local (quatro pequenos cemit\u00e9rios dos arredores), embora geneticamente fosse parte da popula\u00e7\u00e3o nativa, n\u00e3o dos colonos romanos.<\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\">Ingham espera que logo uma r\u00e9plica em 3D do osso do calcanhar com o prego encravado seja exposta no Museu de Arqueologia e Antropologia de Cambridge, onde se recordar\u00e1 que o imperador Constantino acabou com esta pr\u00e1tica atroz de execu\u00e7\u00e3o aproximadamente no ano 337.<\/p>\n<p>Fonte: El Pa\u00eds Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Universidade de Cambridge considera ser esse o melhor ind\u00edcio da pr\u00e1tica contra escravos e um dos raros casos em que a presilha met\u00e1lica pontiaguda ainda est\u00e1 atravessada no p\u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":31273,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1629,273],"tags":[],"class_list":["post-31272","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","category-mundo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg","uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"thumbnail":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM-300x179.jpg",300,179,true],"medium_large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"1536x1536":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"2048x2048":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"mantranews-slider-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"mantranews-featured-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"mantranews-featured-long":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM-300x239.jpg",300,239,true],"mantranews-block-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"mantranews-carousel-image":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false],"mantranews-block-thumb":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM-322x230.jpg",322,230,true],"mantranews-single-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/DZUJPXYUXBAQPMMZEJMTIV6NNM.jpg",400,239,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Reda\u00e7\u00e3o 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