{"id":31711,"date":"2021-12-23T12:29:00","date_gmt":"2021-12-23T15:29:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=31711"},"modified":"2021-12-23T07:58:20","modified_gmt":"2021-12-23T10:58:20","slug":"medicina-pos-pandemia-e-os-zeladores-do-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2021\/12\/23\/medicina-pos-pandemia-e-os-zeladores-do-futuro","title":{"rendered":"Medicina p\u00f3s-pandemia e os zeladores do futuro"},"content":{"rendered":"<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\"><span>Basta vasculhar um pouco a superf\u00edcie da internet para se deparar com uma esp\u00e9cie de profecia: relatos, filmes, entrevistas, romances, documentos e livros de n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o que,\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/elpais.com\/elpais\/2019\/09\/25\/planeta_futuro\/1569435266_953355.html\" data-link-track-dtm=\"\"><span>de alguns meses<\/span><\/a><span>\u00a0a v\u00e1rios anos antes das primeiras not\u00edcias sobre o novo coronav\u00edrus, antecipou a chegada iminente de uma pandemia &#8211; em alguns casos com surpreendente n\u00edvel de precis\u00e3o &#8211; e alertou que o mundo n\u00e3o estava preparado para enfrent\u00e1-la.\u00a0Ambas as coisas eram verdadeiras.\u00a0Mas n\u00e3o ajudou muito.<\/span><\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\"><span>Mesmo com\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/elpais.com\/noticias\/pandemia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\"><span>a pandemia<\/span><\/a><span>\u00a0acima, quando as not\u00edcias da \u00c1sia e da Europa nos permitiam ver o que estava por vir ao vivo, a maioria dos governos da Am\u00e9rica Latina estava apenas assumindo a realidade pela for\u00e7a de golpes, saindo de otimismo injustificado (\u00a0<\/span><i><span>o v\u00edrus n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o contagioso em climas quentes<\/span><\/i><span>\u00a0) \u00e0 nega\u00e7\u00e3o (\u00a0<\/span><i><span>n\u00e3o \u00e9 mais grave que a gripe<\/span><\/i><span>\u00a0) e \u00e0 demiss\u00e3o (\u00a0<\/span><i><span>nenhum pa\u00eds estava preparado<\/span><\/i><span>\u00a0), a acabar no mesmo lugar onde todos acabaram: chamando de &#8220;her\u00f3is&#8221; ao pessoal de sa\u00fade que, at\u00e9 recentemente, eu exigia para\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/elpais.com\/mexico\/sociedad\/2021-01-27\/las-tres-negligencias-que-mataron-a-jorge.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\"><span>os suprimentos mais elementares<\/span><\/a><span>de prote\u00e7\u00e3o, e que teve que carregar com os erros pol\u00edticos do presente e do passado.\u00a0N\u00e3o importava de quem era a culpa: na hora certa, a responsabilidade de enfrentar o v\u00edrus recaiu sobre eles, assim como a falta de recursos e a fragilidade dos sistemas de sa\u00fade da regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\"><span>Como essa experi\u00eancia transformou o trabalho do pessoal de sa\u00fade?\u00a0Sua vis\u00e3o sobre suas tarefas e profiss\u00f5es mudou?\u00a0O que n\u00e3o ser\u00e1 o mesmo depois da pandemia?\u00a0Quem s\u00e3o as pessoas que hoje, depois de ver como o mundo os aplaude por sua coragem na \u201clinha de frente do combate\u201d, mas os tratam como bucha de canh\u00e3o, querem se dedicar ao cuidado dos outros?<\/span><\/p>\n<p class=\"\" style=\"text-align: justify;\"><span>Essas s\u00e3o algumas das quest\u00f5es que nortearam o trabalho de uma equipe de editores, designers e ilustradores de diversos pa\u00edses da regi\u00e3o, selecionados pela El Surtidor para fazer parte da\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/latinograficas.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-link-track-dtm=\"\"><span>Latinogr\u00e1fica<\/span><\/a><span> , iniciativa colaborativa para promover o jornalismo visual paraguaio.\u00a0Em alian\u00e7a com o EL PA\u00cdS Am\u00e9rica, os nove bolsistas da Latinograficas se empenharam em pesquisar, produzir e ilustrar as hist\u00f3rias que comp\u00f5em este especial, seguindo o slogan de uma famosa frase que o escritor equatoriano Jorge Enrique Adoum encontrou nas ruas de Quito: &#8221; Quando t\u00ednhamos todas as respostas, eles mudaram nossas perguntas. &#8220;<\/span><\/p>\n<div class=\"raw_html\">\n<div>\n<div class=\"c_p\">\n<div class=\"m_t m_u\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"p_c\">\n<div class=\"p_c_i\">\n<div><span>\u201cA forma como vemos os pacientes n\u00e3o ser\u00e1 mais a mesma\u201d<\/span><br \/>\n<span>Pedro Guevara, m\u00e9dico,<\/span><br \/>\n<span>26 anos (Placetas, Cuba)<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"uno\" class=\"uno\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>Para Piter, como seus amigos o conhecem, o pior dia da pandemia foi tamb\u00e9m aquele que o fez se sentir \u201co m\u00e9dico mais orgulhoso do mundo\u201d: ele estava de plant\u00e3o em um hospital de campanha com quatro pacientes gravemente enfermos que precisavam de oxig\u00eanio, mas apenas houve uma bomba. Desesperado, o jovem m\u00e9dico quebrou seu estetosc\u00f3pio e usou a mangueira em forma de &#8220;Y&#8221; para permitir que dois pacientes respirassem ao mesmo tempo. Todos os quatro pacientes sobreviveram.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_d\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"dos\" class=\"dos\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>No in\u00edcio de 2020, o WhatsApp de Zulma Cucunub\u00e1 come\u00e7ou a se encher de mensagens de amigos que conheciam seu trabalho: \u201c\u00c9 um v\u00edrus fabricado? N\u00f3s vamos morrer? Eles me perguntavam coisas muito engra\u00e7adas e eu respondia, mas a certa altura foi exaustivo \u201d, lembra Zulma, que \u00e9 epidemiologista de doen\u00e7as infecciosas e trabalha como pesquisadora no Imperial College London e no Departamento de Epidemiologia da Universidade Javeriana, na Col\u00f4mbia .<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_T\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"tres\" class=\"tres\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>Em 7 de mar\u00e7o de 2020, Laura Catalina Londo\u00f1o estava conversando com seus colegas praticantes e tomando caf\u00e9 na casa de um paciente em Villa Mar\u00eda, uma cidade perto da cidade de Manizales, quando uma professora que os acompanhava olhou para seu celular e anunciou a not\u00edcia: o primeiro caso de coronav\u00edrus na Col\u00f4mbia havia sido confirmado. Nove dias depois, embora nenhuma infec\u00e7\u00e3o tenha sido relatada em sua cidade, o pa\u00eds entrou em quarentena e estudar tornou-se um desafio.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_c\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"cuatro\" class=\"cuatro\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>\u201c\u00c9 melhor ficar um minuto a mais do que um a menos, um a mais sorrir do que um a menos e estar sempre acompanhando o paciente. Aprendi isso em 40 anos como m\u00e9dica, mas nunca foi mais experiente para mim do que este ano e meio \u201d. Isso \u00e9 resumido por Henry Cohen, renomado gastroenterologista e coordenador de sa\u00fade do Grupo Consultivo Cient\u00edfico Honor\u00e1rio, que assessorou o governo uruguaio na gest\u00e3o da pandemia.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_u\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"cinco\" class=\"cinco\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>Bel\u00e9n Ram\u00edrez acredita que se com a pandemia n\u00e3o se aprendeu que na sa\u00fade \u00e9 preciso trabalhar a partir do territ\u00f3rio, n\u00e3o se aprende mais.\u00a0Por onze anos trabalhou para os M\u00e9dicos Sem Fronteiras e durante esse tempo teve a oportunidade de visitar pa\u00edses como I\u00eamen, Nig\u00e9ria, Sud\u00e3o, Guatemala e Col\u00f4mbia para tratar doen\u00e7as como c\u00f3lera e sarampo.\u00a0Mas foi o ebola que melhor o treinou para enfrentar covid-19 no Paraguai.\u00a0\u201cCom a grande epidemia de Ebola em 2014 entendemos que, se n\u00e3o chegarmos \u00e0 comunidade, chegaremos tarde\u201d.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_d\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"seis\" class=\"seis\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>A primeira m\u00fasica que Ivo Corbal\u00e1n cantou para Carlos Oviedo, paciente que estava em terapia intensiva, foi um cl\u00e1ssico de Sandro de Am\u00e9rica: \u201cSeus l\u00e1bios vermelho-rubi parecem murmurar mil coisas sem falar.\u00a0E eu, que estou aqui, sentado na sua frente, me sinto sangrando sem poder falar \u201d.\u00a0Ivo n\u00e3o conhecia aquele paciente, mas incentivado pelo diretor do posto de sa\u00fade onde trabalha, que sabia da p\u00e9ssima situa\u00e7\u00e3o pessoal e de trabalho do paciente, cantou a m\u00fasica do outro lado da porta da sala onde estava isolado.\u00a0Por um momento, Carlos sorriu novamente e acenou com as m\u00e3os no ritmo da m\u00fasica.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_T\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"siete\" class=\"siete\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>Sof\u00eda Rond\u00f3n, que atendeu voluntariamente na maternidade do Hospital Central Dr. Miguel P\u00e9rez Carre\u00f1o de Caracas, tinha, como todo mundo, medo de se infectar.\u00a0Em vez de desenvolver uma doen\u00e7a grave, o que ele temia era infectar sua fam\u00edlia.\u00a0Ainda assim, ele ficou surpreso ao ver a rea\u00e7\u00e3o de alguns profissionais de sa\u00fade quando encontraram um caso cobi\u00e7oso no in\u00edcio da pandemia.\u00a0\u201cEles viram um paciente positivo e gritaram, correram, sa\u00edram do hospital e eu pensei: &#8216;O paciente est\u00e1 a\u00ed, est\u00e1 ouvindo voc\u00ea&#8217;.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_c\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"ocho\" class=\"ocho\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>Jos\u00e9 Maria Malvido, infectologista argentino de 44 anos que mora em Buenos Aires, havia acabado de se separar quando a pandemia come\u00e7ou.\u00a0Como o processo estava apenas come\u00e7ando, os arranjos de visita\u00e7\u00e3o dos filhos ainda n\u00e3o haviam sido decididos.\u00a0O tribunal entendeu que ele pertencia a um grupo de risco, como se fosse um eterno caso suspeito, e o impediu de v\u00ea-los.\u00a0Foram sete meses de pandemia em que Malvido acompanhou principalmente o crescimento de seus filhos de 2 e 4 anos por telefone.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_u\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"nueve\" class=\"nueve\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>A terceira morte de covid-19 em sua comunidade surpreendeu Omar ao sair de um acampamento de pesca.\u00a0Enquanto reorganizava as redes, ela descobriu que a falta de atendimento m\u00e9dico havia causado outra morte em menos de dez dias.\u00a0Ent\u00e3o ele largou o emprego e foi para o centro de sa\u00fade rural para tentar fazer alguma coisa.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_d\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"diez\" class=\"diez\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\"><span>Mais de 35 mil estudantes brasileiros garantiram vaga no concurso vestibular para estudar medicina em 2018. Para eles, o pr\u00f3ximo caminho era claro: os dois primeiros anos seriam de estudo te\u00f3rico, os pr\u00f3ximos dois anos -2020 e 2021- seriam marcados pela experimenta\u00e7\u00e3o em v\u00e1rias \u00e1reas m\u00e9dicas por meio de cl\u00ednicas e, finalmente, nos \u00faltimos dois anos, chegaria a hora de fazer um est\u00e1gio.\u00a0Mas n\u00e3o foi assim que as coisas aconteceram.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"m_t m_T\">\n<div class=\"a_c_d acordeon\">\n<div id=\"once\" class=\"once\">\n<div class=\"square\">\n<p class=\"a_p_d\" style=\"text-align: justify;\"><span>Vivian Camacho acha que a l\u00f3gica de que \u201cs\u00f3 as pessoas podem ajudar as pessoas\u201d foi a chave para avan\u00e7ar na pandemia.\u00a0\u00c9 por isso que o conhecimento ancestral e a medicina tradicional assumiram uma nova relev\u00e2ncia nessa \u00e9poca.\u00a0E por que n\u00e3o, afirma ele, se nas comunidades ind\u00edgenas da Bol\u00edvia n\u00e3o havia nem aspirina para cuidar dos enfermos?<\/span><\/p>\n<p>Fonte: El Pa\u00eds<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia mudou em tempo real a forma como a medicina e os cuidados s\u00e3o aprendidos, pensados \u200b\u200be praticados. Estudantes, cientistas e profissionais de sa\u00fade da Am\u00e9rica Latina contam como covid-19 transformou suas experi\u00eancias e o que eles acreditam que pode ou deve mudar nos sistemas de sa\u00fade da regi\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":31712,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1629,273,205],"tags":[],"class_list":["post-31711","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","category-mundo","category-saude"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg","uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"thumbnail":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia-300x202.jpg",300,202,true],"medium_large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"1536x1536":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"2048x2048":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"mantranews-slider-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"mantranews-featured-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia-420x307.jpg",420,307,true],"mantranews-featured-long":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia-300x337.jpg",300,337,true],"mantranews-block-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia-464x290.jpg",464,290,true],"mantranews-carousel-image":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false],"mantranews-block-thumb":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia-322x230.jpg",322,230,true],"mantranews-single-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/como-ser-o-futuro-da-sade-no-ps-pandemia.jpg",500,337,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Reda\u00e7\u00e3o geral","author_link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/author\/blogopara"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A pandemia mudou em tempo real a forma como a medicina e os cuidados s\u00e3o aprendidos, pensados \u200b\u200be praticados. 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