{"id":3228,"date":"2019-09-18T10:52:33","date_gmt":"2019-09-18T13:52:33","guid":{"rendered":"http:\/\/blogopara.com.br\/?p=3228"},"modified":"2019-09-18T10:52:43","modified_gmt":"2019-09-18T13:52:43","slug":"bahia-um-terco-da-populacao-nao-estuda-nao-trabalha-e-nao-faz-faculdade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2019\/09\/18\/bahia-um-terco-da-populacao-nao-estuda-nao-trabalha-e-nao-faz-faculdade","title":{"rendered":"Bahia: um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o estuda, n\u00e3o trabalha e n\u00e3o faz faculdade"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A Bahia tem o segundo pior \u00edndice de adultos com ensino superior completo no Brasil. Segundo\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.correio24horas.com.br\/noticia\/nid\/bahia-tem-2o-menor-percentual-de-adultos-com-nivel-superior-completo-do-pais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">dados divulgados nesta quarta-feira (19)<\/a><\/strong>\u00a0pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), apenas 1 em cada 10 adultos baianos (10,1%) concluiu o terceiro grau em 2018. Com esse percentual, a Bahia ficou acima apenas do Maranh\u00e3o, onde s\u00f3 8,6% dos adultos terminaram a faculdade. A taxa do estado ficou abaixo da m\u00e9dia nacional, de 16,5% das pessoas de 25 anos ou mais de idade com curso superior completo em 2018.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">No estado, o percentual de adultos com n\u00edvel superior praticamente n\u00e3o mudou entre 2017 (9,9%) e 2018 (10,1%). Nesse per\u00edodo, o estado foi ultrapassado por Alagoas (de 8,4% em 2017 para 10,3% em 2018) e Par\u00e1 (de 9,1% para 10,7%).<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Aliado a isso, a Bahia tem outro dado preocupante, na avalia\u00e7\u00e3o de especialistas: o percentual de pessoas de 15 a 29 anos de idade que n\u00e3o estavam estudando e nem trabalhavam avan\u00e7ou pelo segundo ano consecutivo e chegou a 28,2% em 2018 &#8211; quase um milh\u00e3o de pessoas nessa situa\u00e7\u00e3o (962 mil).<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Para al\u00e9m da educa\u00e7\u00e3o, os resultados revelados pela Pesquisa Anual por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad-Cont\u00ednua) apontam para um futuro preocupante da juventude baiana. Hoje, um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o do estado n\u00e3o estuda, n\u00e3o trabalha e ainda tem acesso limitado ao ensino superior.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cEstamos diante de um cen\u00e1rio muito preocupante. O n\u00famero da Bahia \u00e9 muito baixo mesmo em rela\u00e7\u00e3o ao do Brasil, cuja m\u00e9dia j\u00e1 \u00e9 muito baixa. Se olharmos pa\u00edses em desenvolvimento, a taxa de popula\u00e7\u00e3o com ensino superior \u00e9 de 30% a 35%\u201d, avalia Tarso Nogueira, pr\u00f3-reitor de Gradua\u00e7\u00e3o do Senai Cimatec.\u00a0<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Ele cita os casos de Israel e Coreia do Sul, pa\u00edses que passaram por um ciclo curto de desenvolvimento e hoje se destacam em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. \u201cS\u00e3o pa\u00edses que t\u00eam mais de 50% da popula\u00e7\u00e3o com ensino superior. Isso \u00e9 importante porque estamos vivendo grandes transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e isso vai se acelerar muito nos pr\u00f3ximos anos, a chamada sociedade 5.0, amplamente conectada. O Brasil precisa de uma massa populacional preparada para essas transforma\u00e7\u00f5es\u201d, ressalta.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Nogueira pontua ainda que a tecnologia est\u00e1 em franca expans\u00e3o e n\u00e3o se relaciona apenas com as engenharias, mas entra em \u00e1reas como Direito, Medicina e Ci\u00eancias Sociais. \u201cNos EUA, as Ci\u00eancias Sociais j\u00e1 est\u00e3o estudando a rela\u00e7\u00e3o de humanos e rob\u00f4s. Na Universidade de Illinois, cursos de Medicina est\u00e3o sendo integrados com Engenharia\u201d, conta.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Raz\u00f5es<\/strong><br \/>\nO estudante de Jornalismo C\u00e1ssio Moreira, 21 anos, enfrenta essa realidade. No quinto semestre em uma institui\u00e7\u00e3o privada de Salvador, ele precisou trancar o curso: \u201cTive que sair do est\u00e1gio, que era uma fonte de renda, e meu pai sofreu um acidente, tive que cuidar dele. Fiquei apertado e tive que trancar\u201d.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">C\u00e1ssio espera voltar ainda este ano, mas n\u00e3o esconde a preocupa\u00e7\u00e3o. \u201cTem sido bastante dif\u00edcil com esses cortes e contingenciamentos, o que prejudica o acesso \u00e0s institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. As institui\u00e7\u00f5es particulares n\u00e3o oferecem alternativas nem condi\u00e7\u00f5es para que os estudantes possam permanecer\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora, na Bahia, o n\u00famero de pessoas que terminaram o ensino superior seja o segundo pior do pa\u00eds, a realidade do estado n\u00e3o difere muito do resto do Brasil. A coordenadora de projetos do Todos Pela Educa\u00e7\u00e3o, Thaiane Pereira, diz que o percentual de pessoas jovens que n\u00e3o trabalham nem estudam preocupa. No Brasil, em 2018, eram 23% daqueles com idades entre 15 a 29 anos.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cOs gestores p\u00fablicos precisam entender quem s\u00e3o esses jovens que est\u00e3o fora da escola e do mercado. Tem uma massa enorme de jovens, com alto potencial, subaproveitados\u201d<\/strong>, <strong>diz Thaiane.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Desigualdades<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\nThaiane afirma que este cen\u00e1rio \u00e9 reflexo da realidade do pa\u00eds de desigualdades sociais. Na Bahia, a taxa de pessoas com ensino superior completo entre a popula\u00e7\u00e3o branca foi de 17,9%. Entre negros e pardos, o n\u00famero cai pela metade (8,4% deste grupo).<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, os maiores \u00edndices est\u00e3o nas regi\u00f5es Sul e Sudeste. A taxa de analfabetismo reflete as desigualdades regionais, com as taxas mais elevadas no Nordeste (13,9%) e Norte (8%). No Sudeste, era de 3,5%. Na Bahia, 12,7% das pessoas acima de 15 anos s\u00e3o analfabetas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00edvel de desigualdade que ainda permanece muito alto e \u00e9 fruto de um padr\u00e3o hist\u00f3rico, que vem passando entre as gera\u00e7\u00f5es. Essas popula\u00e7\u00f5es sofrem com maior vulnerabilidade social, com altas taxas de trabalho juvenil, e est\u00e3o mais dispostas \u00e0 viol\u00eanica\u201d, avalia Thaiane.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>In\u00edcio do problema<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Outro ponto levantado por ela \u00e9 quanto \u00e0 realidade das escolas, o que pode ser observado pelas taxas de evas\u00e3o. Aos 4 ou 5 anos, quando a educa\u00e7\u00e3o passa a ser obrigat\u00f3ria, pouco mais de 9 em cada 10 crian\u00e7as baianas est\u00e3o na pr\u00e9-escola: 96,8%. A taxa \u00e9 a quarta do pa\u00eds e est\u00e1 acima da m\u00e9dia nacional (92,4%).<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Mas no grupo et\u00e1rio de 11 a 14 anos, a defasagem\/abandono escolar j\u00e1 come\u00e7a a se apresentar. Nessa faixa et\u00e1ria, duas em cada 10 crian\u00e7as na Bahia (19,9%) j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o cursando o segundo ciclo do ensino fundamental. Esse percentual mais que dobra entre os de 15 a 17 anos.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Nessa faixa et\u00e1ria, 44,6% ou j\u00e1 sa\u00edram da escola ou ainda n\u00e3o chegaram ao ensino m\u00e9dio. \u201cIsso est\u00e1 relacionado a diversos fatores. Desde uma escola que n\u00e3o faz parte da realidade adequada, at\u00e9 outros fatores relacionados a trabalho, cuidar de algu\u00e9m, principalmente as mulheres\u201d, afirma.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Para os especialistas, o caminho passa por mais investimentos, com foco na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e amplia\u00e7\u00e3o do acesso ao ensino superior.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Salvador melhora \u00edndice na pr\u00e9-escola<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">De acordo com a Pnad Cont\u00ednua, Salvador conquistou o terceiro lugar entre as capitais com a melhor taxa de escolariza\u00e7\u00e3o da pr\u00e9-escola (crian\u00e7as de 4 e 5 anos). Na capital baiana, a taxa em 2018 foi de 98,5%, abaixo apenas de outras duas cidades nordestinas &#8211; Teresina, no Piau\u00ed, e S\u00e3o Luis, no Maranh\u00e3o, com cerca de 99%.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Nas pr\u00e9-escolas, a capital evoluiu em rela\u00e7\u00e3o a 2016, quando a taxa era de 96%.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cTemos a\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas nas comunidades para \u00a0buscar as crian\u00e7as que est\u00e3o em idade escolar e n\u00e3o est\u00e3o na escola\u201d, diz o secret\u00e1rio municipal da Educa\u00e7\u00e3o de Salvador, Bruno Barral.\u00a0<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Ele avalia que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em tr\u00eas pilares: acesso, perman\u00eancia e aprendizagem. Neste sentido, Barral ressalta o projeto Escola Sem Muros, que abre as portas das unidades de ensino para as comunidades. Ele refor\u00e7a que a prefeitura tem investido para proporcionar uma boa ambi\u00eancia na escola, com boa infraestrutura, incentivando a participa\u00e7\u00e3o dos pais e com merenda de qualidade, por exemplo.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio conta que, entre 2013 e 2016, o n\u00famero de vagas na educa\u00e7\u00e3o infantil saltou de 17 mil para 44 mil na capital e que 60% das escolas j\u00e1 foram reformadas e outras 19 est\u00e3o com interven\u00e7\u00f5es de reconstru\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o em andamento.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A prefeitura tem feito avalia\u00e7\u00f5es no in\u00edcio e no final\u00a0do ano letivo. \u201c\u00c9 uma forma de acompanharmos, sabermos como o aluno entra e como ele sai\u201d, diz.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\"><strong>Frequ\u00eancia escolar ainda \u00e9 problema<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Em 2018, a taxa ajustada de frequ\u00eancia escolar l\u00edquida entre as pessoas de 15 a 17 anos, que mede quantas delas est\u00e3o na escola e cursando o n\u00edvel de ensino adequado \u00e0 idade, refletindo repet\u00eancia e evas\u00e3o escolar, era de 55,4% na Bahia. Essa foi a segunda taxa mais baixa do pa\u00eds, acima apenas da verificada em Sergipe (50,8%).<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">A defasagem\/abandono escolar na Bahia praticamente duplicava novamente na faixa et\u00e1ria seguinte. Em 2018, pouco mais de 8 em cada 10 jovens de 18 a 24 anos ou haviam abandonado a vida escolar ou ainda n\u00e3o tinham chegado \u00e0 universidade. O estado tinha a menor taxa ajustada de frequ\u00eancia l\u00edquida do pa\u00eds para o grupo: 16%.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m destes dados, a Bahia teve no ano passado indicadores negativos para a educa\u00e7\u00e3o. O ensino m\u00e9dio do estado ficou em \u00faltimo lugar no \u00cdndice de Desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica (Ideb), feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep). De acordo com os dados, a Bahia ficou com nota 3 no ensino m\u00e9dio &#8211; 1,3 abaixo da meta para o ano, que era de 4,3.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">Abandono, atraso e notas baixas em avalia\u00e7\u00f5es foram os motivos apontados pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) para o \u00edndice alcan\u00e7ado pelo estado.<\/p>\n<p class=\"bodytext\" style=\"text-align: justify;\">C\u00e1ssio espera voltar ainda este ano, mas n\u00e3o esconde a preocupa\u00e7\u00e3o. \u201cTem sido bastante dif\u00edcil com esses cortes e contingenciamentos, o que prejudica o acesso \u00e0s institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. As institui\u00e7\u00f5es particulares n\u00e3o oferecem alternativas nem condi\u00e7\u00f5es para que os estudantes possam permanecer\u201d, diz.<\/p>\n<div id=\"div-gpt-ad-1558985512674-0\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CIjlsKLA2uQCFU5swQodcGcA-g\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/44585206\/c24h_internas_300x250_05_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<table class=\"table\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/user_upload\/19062019_Cassio_Moreira_Educacao_MS_CP.jpg\" width=\"787\" height=\"525\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"text-center\"><strong>C\u00e1ssio tem 21 anos e precisou trancar o curso de jornalismo por conta das dificuldades financeiras<\/strong><br \/>\n(Foto: Marina Silva\/CORREIO)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Fonte: Correio da Bahia<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00f3 10,1% dos adultos baianos concluem o ensino superior, aponta IBGE<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3229,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[199],"tags":[11,788],"class_list":["post-3228","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bahia","tag-bahia","tag-indice"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg","uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false],"thumbnail":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-300x159.jpg",300,159,true],"medium_large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-768x407.jpg",640,339,true],"large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false],"1536x1536":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false],"2048x2048":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false],"mantranews-slider-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false],"mantranews-featured-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",420,223,false],"mantranews-featured-long":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",300,159,false],"mantranews-block-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",464,246,false],"mantranews-carousel-image":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false],"mantranews-block-thumb":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",322,171,false],"mantranews-single-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/educacao-e1742128430747.jpg",500,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Reda\u00e7\u00e3o 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