{"id":32323,"date":"2022-01-08T14:56:00","date_gmt":"2022-01-08T17:56:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=32323"},"modified":"2022-01-08T11:20:49","modified_gmt":"2022-01-08T14:20:49","slug":"adolescentes-com-deficiencia-intelectual-mostram-que-crescer-requer-adaptacao-da-sociedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2022\/01\/08\/adolescentes-com-deficiencia-intelectual-mostram-que-crescer-requer-adaptacao-da-sociedade","title":{"rendered":"Adolescentes com defici\u00eancia intelectual mostram que crescer requer adapta\u00e7\u00e3o da sociedade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O mundo \u00e9 diverso e comporta todos os tipos de gente<\/strong>. S\u00e3o quase 8 bilh\u00f5es de humanos habitantes da planeta Terra; cada um deles, incluindo voc\u00ea e este rep\u00f3rter que escreve, com necessidades espec\u00edficas, que precisam encontrar na\u00a0<strong>vida em sociedade<\/strong>\u00a0um apoio para serem superadas ou contornadas. O mundo \u00e9 diverso, vale repetir, e, portanto, deve estar adaptado \u00e0 realidade de cada ser que nele vive.<\/p>\n<div id=\"ad-middle\" class=\" adRef\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CKvl3ZKlovUCFZUC1AodSiYOOQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21867286880\/folhape\/middle_0__container__\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">E o mundo comporta todos os tipos de gente. Tem gente de pele preta, parda, branca. Tem gente de cabelo liso, crespo, cacheado, castanho, louro, grisalho. Tem gente que chora com beijo de novela, assim como tem gente que n\u00e3o chora com nada. E tem gente que n\u00e3o fala ou diz poucas palavras, anda e gesticula de um jeito, age e pensa de uma maneira muito peculiar. <\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">Mas nem por isso deixa de ser e de sentir<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">. Tem gostos, amigos, fam\u00edlia, se diverte, se entristece, ama. Nasce e cresce.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas\" style=\"text-align: justify;\">\n<div>\u00a0<\/div>\n<div class=\"spacer30\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">Boa parte das prefer\u00eancias pessoais e do que nos comp\u00f5e como seres humanos se descobre na <\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">adolesc\u00eancia<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">. A fase de transi\u00e7\u00e3o para a vida adulta \u00e9 permeada de d\u00favidas e debates sobre o corpo, o futuro, as rela\u00e7\u00f5es e a sexualidade, proporcionando muitas descobertas em pouco tempo. Assim \u00e9 com todos os jovens, e aqueles com\u00a0<\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">defici\u00eancia intelectual<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">\u00a0n\u00e3o est\u00e3o fora desse processo. Muito pelo contr\u00e1rio.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Crescer nas diferen\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade (PNS) de 2019, divulgada este ano pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostram que, dos mais de 17,3 milh\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia (PCDs) no Brasil, 3,3% est\u00e3o na faixa et\u00e1ria\u00a0<strong>dos 10 aos 17 anos<\/strong>, e 4,7% t\u00eam alguma\u00a0<strong>disfun\u00e7\u00e3o cognitiva<\/strong>. Parece pouco, mas o percentual representa\u00a0<strong>mais de 570 mil adolescentes<\/strong>\u00a0no primeiro caso e\u00a0<strong>cerca de 813 mil pessoas<\/strong>\u00a0&#8211; independentemente da idade &#8211;\u00a0no segundo.<\/p>\n<p>S\u00e3o pessoas com s\u00edndromes como autismo, paralisia cerebral ou de Down, que podem comprometer a fala, a autonomia e parte das fun\u00e7\u00f5es motoras. Mas, mesmo com as particularidades trazidas pela condi\u00e7\u00e3o do nascimento, esses jovens &#8211; e os pais deles &#8211; convivem com as mesmas quest\u00f5es vivenciadas pelos outros adolescentes.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>(Re)conhecendo o corpo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma delas envolve o conhecimento do pr\u00f3prio corpo e, embora envolta de tabus, \u00e9 t\u00e3o comum e natural quanto o ato de respirar. Depois que o filho cruzou a linha dos 11 anos, a secret\u00e1ria administrativa Paula Laranjeira, 46, percebeu que Matias, hoje com 12, \u201cse tocava\u201d.<\/p>\n<div id=\"ad-middle1\" class=\" adRef\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CMnd4d-lovUCFeYGuQYdq6MCPA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/21867286880\/folhape\/middle1_0__container__\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">O estudante nasceu com tr\u00eas deformidades: lisencefalia, em que o c\u00e9rebro, ou parte dele, \u00e9 \u201cliso\u201d, sem os sulcos que dividem o c\u00f3rtex cerebral; paquigiria, que corresponde \u00e0 m\u00e1-forma\u00e7\u00e3o dos poucos sulcos existentes; e agenesia do corpo caloso, que consiste na deforma\u00e7\u00e3o de uma cartilagem do \u00f3rg\u00e3o principal do sistema nervoso.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">As tr\u00eas condi\u00e7\u00f5es provocaram uma paralisia cerebral com d\u00e9ficit intelectual. Por isso, o jovem fala poucas palavras, como o nome da m\u00e3e, j\u00e1 sofreu crises convulsivas e apresenta d\u00e9ficit em algumas fun\u00e7\u00f5es motoras.<\/p>\n<p>\u201cO cognitivo n\u00e3o acompanha o corpo, e Matias tem uma consci\u00eancia. Demorei um pouco para perceber que ele tinha come\u00e7ado a se mastubar\u201d, comenta Paula. \u201cEle se mexe muito quando dorme, e eu ficava pensando: \u2018\u00c9 ou n\u00e3o \u00e9?\u2019. At\u00e9 que, acho que na segunda ou terceira vez, tive certeza\u201d.<\/p>\n<p>Uma das primeiras preocupa\u00e7\u00f5es dela era dissociar esse toque a fantasia ou desejo sexual. \u201cTinha medo de que ele sofresse uma convuls\u00e3o, mas o neuropediatra disse que eu n\u00e3o me preocupasse porque era uma forma de aliviar as tens\u00f5es\u201d, lembra. Outro desafio era evitar que ele fizesse na frente de outras pessoas. \u201cHoje eu converso com ele, que entende e j\u00e1 sabe que tem o lugar e a ocasi\u00e3o para isso, sozinho\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conversa de gente grande<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u201colhar diferente\u201d para as pessoas com defici\u00eancia, especialmente aquelas com algum comprometimento cognitivo, faz, muitas vezes, elas serem tratadas como crian\u00e7as, mesmo que j\u00e1 tenham passado dessa fase h\u00e1 muito tempo.<\/p>\n<p>Referir-se a esses adolescentes no diminutivo e com express\u00e3o de pena (\u201c\u00d3, o\/a bichinho\/a!\u201d, \u201cMeu bebez\u00e3o!\u201d) e evitar um di\u00e1logo franco com eles s\u00e3o faces do capacitismo, forma de discrimina\u00e7\u00e3o contra as PCDs que sempre considera essa popula\u00e7\u00e3o como \u201cincapaz\u201d de desenvolver habilidades, de realizar tarefas ou de compreender situa\u00e7\u00f5es e contextos.<\/p>\n<p>Como explica a professora do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Keise N\u00f3brega, \u00e9 preciso olhar para a pessoa por tr\u00e1s da defici\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 uma influ\u00eancia muito grande do meio social na promo\u00e7\u00e3o dos est\u00edmulos para que eles realizem as atividades de maneira mais aut\u00f4noma. Isso vem desde a inf\u00e2ncia, mas, quando chega a adolesc\u00eancia, fica mais evidente, porque \u00e0s vezes h\u00e1 uma superprote\u00e7\u00e3o e as capacidades do adolescente s\u00e3o subestimadas\u201d, afirma. \u201c\u00c0s vezes s\u00f3 se precisa de um treino maior ou de uma adapta\u00e7\u00e3o [dos objetos da casa ou do material pedag\u00f3gico, por exemplo], mas eles precisam experimentar as situa\u00e7\u00f5es e, sem isso, pode ser mais dif\u00edcil aprender e se apropriar do seu corpo\u201d.<\/p>\n<p>Essa infantiliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m cria tabus que tornam o jovem com defici\u00eancia menos consciente sobre o pr\u00f3prio corpo e mais vulner\u00e1vel a sofrer viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 um risco alto de adolescentes v\u00edtimas de abusos porque eles nem compreendem o que est\u00e1 se passando. Por isso que \u00e9 importante o trabalho de educa\u00e7\u00e3o sexual para as pessoas com defici\u00eancia\u201d, diz a professora, que, em pesquisa recente, desenvolveu um material educativo, intitulado \u201cAbuso n\u00e3o vai rolar: aprendendo a se proteger\u201d, com orienta\u00e7\u00f5es para a preven\u00e7\u00e3o de ass\u00e9dio contra PCDs, tendo como foco mulheres.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Informa\u00e7\u00e3o \u00e9 poder<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um ponto crucial para os pais lidarem com as quest\u00f5es ligadas \u00e0 adolesc\u00eancia \u00e9 saber orientar, tendo uma conversa franca e aberta sobre os estudos, o comportamento e as mudan\u00e7as provocadas pela puberdade.<\/p>\n<p>M\u00e3e de Leila, 14, a dona de casa Maria Ant\u00f4nia Ara\u00fajo, 58, se dedica a cuidar da filha, que tem s\u00edndrome de Down e faz as terapias no Centro de Reabilita\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Altino Ventura (FAV), no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife. L\u00e1, ela participa de sess\u00f5es com profissionais da psicologia e da psicopedagogia e j\u00e1 passou por atendimentos de fisioterapia e terapia ocupacional.<\/p>\n<p>\u201cAmanh\u00e3 ela pode n\u00e3o ter mais a mim. Como \u00e9 que vai ficar?\u201d, questiona-se Maria Ant\u00f4nia, que busca estimular a filha para ter o m\u00e1ximo de autonomia poss\u00edvel. \u201cJ\u00e1 ensinei a tomar banho, ela sabe se higienizar s\u00f3\u201d, diz. Na passagem da inf\u00e2ncia para a adolesc\u00eancia, um dos temas abordados foi a menstrua\u00e7\u00e3o, que chegou pela primeira vez aos 12 anos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s fomos \u00e0 terapia, ela foi ao banheiro e (quando voltou) disse: \u2018Eita, m\u00e3einha, t\u00e1 cheio de nojeira!\u2019. At\u00e9 a\u00ed, eu n\u00e3o tinha conversado nada com ela, at\u00e9 porque sou meio retra\u00edda. Arranjei uma roupa para ela, dei banho e expliquei que aquilo ia acontecer todo m\u00eas. Ela mesma se lava e eu ajudo s\u00f3 na orienta\u00e7\u00e3o e para colocar o absorvente. Quando acontece, eu pe\u00e7o s\u00f3 para ela n\u00e3o contar a todo mundo, principalmente a menino, porque o povo v\u00ea maldade\u201d, observa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Evolu\u00e7\u00e3o e est\u00edmulos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coordenadora do Setor Intelectual do Centro de Reabilita\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Altino Ventura, a fonoaudi\u00f3loga Mila Veras recorda a necessidade de trabalhar toda a rede de apoio para garantir a sociabilidade dos jovens.<\/p>\n<p>\u201cAs crian\u00e7as tamb\u00e9m t\u00eam dificuldade de fazer amigos na escola e, como h\u00e1 a defici\u00eancia, podem sofrer bullying, ent\u00e3o precisamos faz\u00ea-las entender que elas devem ser inclu\u00eddas, os pais t\u00eam que entender os direitos delas, o apoio dos professores e assistentes na sala de aula. Quando o pequenininho entra, vai fazer terapia ocupacional, psicomotricidade. Mas, na fase da adolesc\u00eancia, a psicologia vem muito forte\u201d, diz.<\/p>\n<p>No caso de quando a condi\u00e7\u00e3o vem do nascimento, os est\u00edmulos para o aprendizado de habilidades devem ser dados o mais cedo poss\u00edvel. De acordo com a neuropediatra Milena Cavalcanti, que tamb\u00e9m atua na institui\u00e7\u00e3o, a primeira fase da inf\u00e2ncia, at\u00e9 os 2 anos, \u00e9 o per\u00edodo em que o c\u00e9rebro apresenta a melhor plasticidade neuronal, ou seja, a capacidade de compensar as fun\u00e7\u00f5es comprometidas, estimulando outras \u00e1reas do \u00f3rg\u00e3o. Mas isso n\u00e3o significa que os adolescentes n\u00e3o podem evoluir.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos estimular precocemente para que o c\u00e9rebro da crian\u00e7a encontre outras vias para cumprir determinada fun\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 mais presente nos menores, mas encontra tamb\u00e9m em adultos. O est\u00edmulo n\u00e3o deve parar. E o que a gente espera dos adolescentes? Autonomia e qualidade de vida. E \u00e9 importante que esse jovem se sinta \u00fatil, participe das atividades de casa e tenha sonhos\u201d, observa.<\/p>\n<p>A coordenadora do setor, Mila Veras, corrobora. \u201cO adolescente n\u00e3o pode ficar para sempre na reabilita\u00e7\u00e3o, tem s\u00f3 um v\u00ednculo [com a cl\u00ednica] para manuten\u00e7\u00e3o. Mas ele deve ser preparado para a vida e, em algum momento, vai ter alta. Precisamos \u00e9 de programas que fa\u00e7am a ponte para atuar no esporte, no lazer, na cultura, no mercado de trabalho\u201d, argumenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por: Folha de Pernambuco<\/p>\n<section class=\"bannerBillboardDetalhe\">\n<div id=\"middle\">\u00a0<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"clear\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mundo \u00e9 diverso e comporta todos os tipos de gente. S\u00e3o quase 8 bilh\u00f5es de humanos habitantes da planeta Terra; cada um deles, incluindo voc\u00ea e este rep\u00f3rter que escreve, com necessidades espec\u00edficas, que precisam encontrar na\u00a0vida em sociedade\u00a0um apoio para serem superadas ou contornadas. 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