{"id":33272,"date":"2022-01-31T16:23:00","date_gmt":"2022-01-31T19:23:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=33272"},"modified":"2022-02-01T09:18:34","modified_gmt":"2022-02-01T12:18:34","slug":"sobreviventes-do-deslizamento-no-morro-do-macaco-molhado-contam-como-estao-vivendo-apos-a-tragedia-de-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2022\/01\/31\/sobreviventes-do-deslizamento-no-morro-do-macaco-molhado-contam-como-estao-vivendo-apos-a-tragedia-de-2020","title":{"rendered":"Sobreviventes do deslizamento no Morro do Macaco Molhado contam como est\u00e3o vivendo, ap\u00f3s a trag\u00e9dia de 2020"},"content":{"rendered":"\n<p>Em mar\u00e7o de 2020, o deslizamento de terra no Morro do Macaco, em Guaruj\u00e1 (SP), deixou 10 mortos e 145 fam\u00edlias atingidas pela trag\u00e9dia<\/p>\n\n\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 quase dois anos, moradores do Morro do Macaco Molhado, em Guaruj\u00e1, no litoral de S\u00e3o Paulo, viveram um dos momentos mais dif\u00edceis da sua hist\u00f3ria, uma trag\u00e9dia, provocada pelas chuvas, marcou para sempre a vida de centenas de fam\u00edlias, na noite do dia tr\u00eas de mar\u00e7o, de 2020. 145 pessoas foram atingidas e perderam suas casas por causa do desabamento. Dez perderam a vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de passarem um per\u00edodo abrigados em escolas e casas de parentes, hoje os sobreviventes do deslizamento do morro vivem com ajuda do aux\u00edlio aluguel, liberado pelo governo do estado e gest\u00e3o municipal, que n\u00e3o \u00e9 o suficiente para refazer suas vidas. De acordo com informa\u00e7\u00e3o do representante do bairro, esta verba j\u00e1 vai ser cortada e eles ainda carregam as consequ\u00eancias do momento tr\u00e1gico, porque n\u00e3o conseguiram reconstruir seus lares.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como est\u00e3o as fam\u00edlias atingidas<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o L\u00edder da Associa\u00e7\u00e3o do Morro, La\u00e9rcio Fiel da Silva, parte das fam\u00edlias que perderam seus familiares foram embora da cidade,&nbsp; algumas moram no morro e em outros bairros vizinhos. La\u00e9rcio conta que a maioria ficou traumatizada, n\u00e3o s\u00f3 quem perdeu algu\u00e9m da fam\u00edlia, mas aqueles que apenas perderam suas casas tamb\u00e9m. \u201cTem muita gente que n\u00e3o quer nem subir o morro, devido ao cen\u00e1rio que encontrou quando aconteceu a trag\u00e9dia. H\u00e1 pessoas que precisam de ajuda de psic\u00f3logo, mas n\u00e3o est\u00e3o sendo acompanhadas por profissionais do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). Um rapaz, que ficou soterrado na geladeira e sobreviveu, n\u00e3o sobe mais na comunidade, ele fala que tem trauma.\u201d Diz La\u00e9rcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cRecentemente, nessa chuva que ocorreu no m\u00eas de janeiro, houve um novo deslizamento, de pequeno e m\u00e9dio porte no morro, e muitos acharam que estava acontecendo tudo novamente e j\u00e1 queriam vender suas casas. Eu fui dormir fora.\u201d Declara La\u00e9rcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Apoio da prefeitura e o aux\u00edlio aluguel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/p><p style=\"text-align: justify;\">De acordo com informa\u00e7\u00e3o do l\u00edder da Associa\u00e7\u00e3o do Morro, La\u00e9rcio da Silva, tr\u00eas dias depois do deslizamento foi que a prefeitura prestou assist\u00eancia. Ap\u00f3s os resgates das v\u00edtimas, a prefeitura municipal, junto com o governo do estado, fez um muro de conten\u00e7\u00e3o de barreira, finalizado h\u00e1 cerca de um ano. \u201cFoi um trabalho bem realizado. Mas no morro ainda existem alguns lugares com risco de deslizamento e, inclusive, agora eu estava acompanhando um trabalho, onde tinha uma rocha que ela se desprendeu. Veio uma empresa, contratada pela gest\u00e3o municipal, e quebrou essa pedra. Ent\u00e3o, a benfeitoria que a prefeitura fez foi essa obra, que foi de suma import\u00e2ncia para a comunidade.\u201d Explica La\u00e9rcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTenho contato com quase todas as fam\u00edlias que perderam suas casas. A maioria se encontra em situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil, desempregada, pagando aluguel. Presto assist\u00eancia com o aux\u00edlio, atrav\u00e9s do programa \u2018Bolsa do Povo\u2019, liberado R$ 200 pela prefeitura municipal e R$ 300 do governo estadual, que n\u00e3o d\u00e1 para viver. O benef\u00edcio seria&nbsp; &nbsp;por um ano, mas a gente conseguiu a prorroga\u00e7\u00e3o por mais 12 meses e, agora, est\u00e1 prestes a encerrar novamente.\u201d Frisa La\u00e9rcio Fiel.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Relato de Moradora do Morro<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A moradora do Morro, Gildene Carvalho, n\u00e3o perdeu a casa, mas precisou sair por alguns dias, a pedido da Defesa Civil do Estado. \u201cQuando aconteceu a trag\u00e9dia eu estava gr\u00e1vida de seis meses e recebi o aviso que eu teria que me retirar. A minha casa n\u00e3o desabou, por\u00e9m, por preven\u00e7\u00e3o precisei desocupar. Paguei dois meses de aluguel. N\u00e3o tive aux\u00edlio de programas do governo municipal e estadual. Com quinze dias a prefeitura pediu para eu retornar, pelo fato da minha resid\u00eancia&nbsp; n\u00e3o ter sofrido danos. Retornei cerca de dois meses depois do desabamento.\u201d Narra Gildene.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e3o senti medo de voltar porque confiei na defesa civil, que olhou a resid\u00eancia e afirmou que n\u00e3o corre risco de desabar. Por\u00e9m, quando chove eu, meu esposo e a minha fam\u00edlia ficamos bastante apreensivos e vamos dormir no quarto da frente. Na \u00faltima chuva, que ocorreu em janeiro, o meu marido j\u00e1 ficou com muito medo de um novo desabamento no morro.\u201d Conta Gildene.<\/p>\n<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Momento da Trag\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ludimila Melo estava a caminho de casa quando o desabamento come\u00e7ou. O seu marido j\u00e1 tinha sa\u00eddo, por&nbsp;causa de um pequeno deslizamento, pr\u00f3ximo da sua resid\u00eancia, que provocou a morte de uma mulher com um beb\u00ea. Ela lembra que a chuva era muito forte e que sentiu um tremor muito grande, na varanda de seu lar. Logo em seguida, foi para o andar de baixo e tentou sair, mas entrou um destro\u00e7o pela janela da sala, ent\u00e3o voltou e ficou abra\u00e7ada com sua filha, quando acabou o barulho subiu novamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSubiu um cheiro muito forte de g\u00e1s e a parede estava tremendo. S\u00f3 vi muita lama, telhados e caixas d &#8216; \u00e1gua.&nbsp; Consegui sair com meu marido e minha filha. Meus vizinhos nos ajudaram com uma escada. Na hora, fiquei com muito medo e pensei que n\u00e3o iria sobreviver. J\u00e1 a minha prima perdeu a filha de 12 anos. Agora estou morando em outra casa, perto da antiga rua que morava, mas o trauma continua.\u201d Descreve Ludimila.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O l\u00edder da Associa\u00e7\u00e3o do Morro, que tamb\u00e9m \u00e9 morador do local e que desde o primeiro dia da trag\u00e9dia esteve presente prestando apoio aos moradores, nunca pensou que a comunidade passaria por um momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA gente jamais imaginou que isso iria acontecer na nossa comunidade, com a nossa fam\u00edlia. Se deparar com o que aconteceu foi um choque.\u201d diz La\u00e9rcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A associa\u00e7\u00e3o do bairro prestou apoio a todo o momento, junto com Corpo de Bombeiros, Guardas, Pol\u00edcia Militar, Defesa Civil, Volunt\u00e1rios e todo o pessoal que estava presente. \u201cNo in\u00edcio ainda n\u00e3o t\u00ednhamos no\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o do acontecido e tamb\u00e9m da quantidade de v\u00edtimas, s\u00f3 a confirma\u00e7\u00e3o do desabamento, mas depois que as coisas foram fluindo, fomos caindo em si, ent\u00e3o foi uma mistura de sentimentos, algo desesperador. Quando j\u00e1 est\u00e1vamos perdendo a esperan\u00e7a de encontrar pessoas com vidas, encontramos um rapaz que estava soterrado, ele ficou dentro de uma geladeira, embaixo de mais ou menos dois metros de terra. Conseguimos ach\u00e1-lo atrav\u00e9s de um gatinho, que tamb\u00e9m estava soterrado, pr\u00f3ximo da v\u00edtima.\u201d relata La\u00e9rcio.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Texto: Elinete Carvalho-jornalista<\/p>\n<p>Foto: Morador<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V\u00eddeo: : L\u00edder comunit\u00e1rio, La\u00e9rcio Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<\/p><div style=\"width: 640px;\" class=\"wp-video\"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');<\/script><![endif]-->\n<video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-33272-1\" width=\"640\" height=\"360\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Video-2022-01-30-at-18.06.35.mp4?_=1\" \/><a 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