{"id":33817,"date":"2022-02-13T11:26:00","date_gmt":"2022-02-13T14:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=33817"},"modified":"2022-02-12T10:36:54","modified_gmt":"2022-02-12T13:36:54","slug":"as-mulheres-e-o-acesso-a-educacao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2022\/02\/13\/as-mulheres-e-o-acesso-a-educacao-no-brasil","title":{"rendered":"As mulheres e o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Quando pensamos na escola, algumas imagens surgem em nossa cabe\u00e7a: meninos e meninas juntos, conversando com os mesmos professores e professoras, pensando em entrar em uma universidade, planejando seu futuro, escolhendo uma profiss\u00e3o. Mat\u00e9rias iguais para todos. H\u00e1 duzentos anos isso n\u00e3o era poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sociedade sofreu muitas transforma\u00e7\u00f5es com o passar do tempo. Mudan\u00e7as que, tamb\u00e9m, alteraram a educa\u00e7\u00e3o, principalmente a feminina. Para entender como as meninas come\u00e7aram a frequentar as salas de aula no Brasil, precisamos conhecer fatos fundamentais da hist\u00f3ria de nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea sabe quando surgiram as primeiras escolas em terras brasileiras?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As primeiras escolas, aqui, surgiram no Brasil Col\u00f4nia, per\u00edodo iniciado em 1530 com chegada da primeira expedi\u00e7\u00e3o portuguesa com fins de povoamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio, elas foram constru\u00eddas, em sua maioria, pelos padres jesu\u00edtas, mas somente os homens podiam frequentar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a antiguidade, foi constru\u00eddo um pensamento que naturalizava a subordina\u00e7\u00e3o das mulheres na sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Portugal, na Idade Moderna, n\u00e3o era diferente. De acordo com as leis lusitanas, as mulheres faziam parte dos imbecilitus sexus, ou sexo imbecil. Nessa categoria, tamb\u00e9m estavam classificados as crian\u00e7as e os portadores de defici\u00eancia neurol\u00f3gica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo no s\u00e9culo XIX, Charles Darwin, cientista ingl\u00eas que se tornou c\u00e9lebre por sua teoria da evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, acreditava que as mulheres eram intelectualmente inferiores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira reivindica\u00e7\u00e3o pela instru\u00e7\u00e3o feminina no Brasil partiu de um ind\u00edgena, que pediu ao padre Manuel da N\u00f3brega que ensinasse sua mulher a ler e escrever.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Naquela Miss\u00e3o Jesu\u00edtica, entre os nativos, n\u00e3o havia segrega\u00e7\u00e3o por g\u00eanero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, o padre escreveu uma carta \u00e0 rainha de Portugal, Dona Catarina, que negou o pedido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas h\u00e1 registros de que uma mulher conseguiu burlar a regra. A ind\u00edgena Catarina Paragua\u00e7u, tamb\u00e9m conhecida como Madalena Caramuru, foi a primeira mulher que aprendeu a ler e a escrever, em territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filha do portugu\u00eas Diogo \u00c1lvares Correia, o Caramuru, com a \u00edndia Moema Paragua\u00e7u, Madalena deixou uma carta de 26 de mar\u00e7o de 1561 endere\u00e7ada ao padre Manuel da N\u00f3brega. Em suas linhas, ela pedia que as crian\u00e7as ind\u00edgenas fossem tratadas com dignidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Madalena foi uma exce\u00e7\u00e3o dentro do sistema colonial portugu\u00eas estabelecido no Brasil. A habilidade de escrita, entre as mulheres, era t\u00e3o rara que at\u00e9 1627, somente duas senhoras de S\u00e3o Paulo sabiam assinar o nome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por volta de 1678, surgiram os primeiros conventos no Brasil, tamb\u00e9m conhecidos como recolhimentos. Algumas freiras, por\u00e9m, n\u00e3o demonstravam nenhum sinal de voca\u00e7\u00e3o. Eram, somente, levadas pelos pais, que por receio de dividir seus bens com os poss\u00edveis genros, as entregavam \u00e0 Igreja. Tamb\u00e9m mulheres abandonadas por seus esposos eram acolhidas nas casas religiosas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Conventos n\u00e3o possu\u00edam uma estrutura formal de ensino. Por\u00e9m, estando ali, as Irm\u00e3s e alunas tinham chance de estudar. Al\u00e9m de atividades como bordado e costura, aprendiam a ler, escrever, m\u00fasica, e o exerc\u00edcio da ora\u00e7\u00e3o constante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O m\u00e9todo jesu\u00edta predominou at\u00e9 1759, quando os mission\u00e1rios foram expulsos da Col\u00f4nia, em um evento conhecido como Reforma de Pombal. Assim o ensino passou a ser responsabilidade do Estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse novo sistema, as mulheres foram autorizadas a frequentar as salas de aula, \u00e0 \u00e9poca separadas por sexo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1808, um evento importante marcou os cap\u00edtulos da nossa hist\u00f3ria: a fam\u00edlia real portuguesa veio para o Brasil. Devido a transfer\u00eancia da corte para a Col\u00f4nia, os homens passaram a se preocupar com o fato de suas mulheres aparecerem em p\u00fablico sem causar vergonha. Assim, grande parte das fam\u00edlias come\u00e7ou a procurar professoras particulares, que podiam ensinar meninos e meninas em casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00eas sabem quando surgiu a primeira Constitui\u00e7\u00e3o do Brasil? Foi em 1824, durante o Per\u00edodo Imperial, e ela estabeleceu o ensino prim\u00e1rio gratuito a todos os cidad\u00e3os, o que n\u00e3o incluia os negros escravizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas escolas do Imp\u00e9rio, as meninas aprendiam a ler e escrever, depois, as quatro opera\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas. Outra disciplina era conhecida como \u201cartes do lar\u201d, que tinha como objetivo formar boas senhoras do lar. Economia dom\u00e9stica era outro conte\u00fado reservado \u00e0s mo\u00e7as. Elas n\u00e3o aprendiam mat\u00e9rias relacionadas \u00e0s ci\u00eancias naturais, nem aquelas consideradas mais l\u00f3gicas, como a geometria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir de 1854 foram fundadas muitas escolas religiosas, como exemplo, o Col\u00e9gio Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, focado na educa\u00e7\u00e3o das filhas de fam\u00edlias ricas cariocas, seguindo os r\u00edgidos ensinamentos da Igreja Cat\u00f3lica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas uma mudan\u00e7a importante aconteceu num curto intervalo de tempo: o surgimento de escolas mistas que permitiam que meninos e meninas estudassem juntos, na mesma classe inclusive.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi tamb\u00e9m no s\u00e9culo XIX que as mulheres puderam trabalhar como professoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo com oportunidades de trabalho desiguais, isso foi muito importante porque fez com que elas circulassem no espa\u00e7o p\u00fablico. Grande avan\u00e7o, ora, porque, no passado, as mulheres geralmente s\u00f3 tinham permiss\u00e3o de sair de casa para se dedicar \u00e0s atividades religiosas, como ir \u00e0s missas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sociedade acreditava-se que as mulheres, como tinham o dom de educar seus filhos, tamb\u00e9m podiam educar outras crian\u00e7as e adolescentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as mulheres que frequentavam as escolas, podemos separar dois grupos: aquelas que estudavam para educar melhor os seus filhos e aquelas que tinham interesse na carreira profissional, para complementar a renda da fam\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As Escolas Normais, que preparavam as meninas para serem professoras, tinham regras r\u00edgidas quando dirigidas por religiosos, como hor\u00e1rio de visita para receber familiares e m\u00e9dia alta para conseguir permiss\u00e3o para sair aos domingos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi no final do s\u00e9culo XIX que ser professora passou a ser visto como algo positivo e uma profiss\u00e3o respeit\u00e1vel. Mas havia segrega\u00e7\u00e3o entre o trabalho dos homens e das mulheres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio, as mulheres poderiam somente trabalhar nas escolas mistas e do sexo feminino, enquanto os homens ensinavam nas escolas masculinas. Mais tarde, as professoras come\u00e7aram a ensinar os primeiros anos da educa\u00e7\u00e3o dos meninos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A desigualdade n\u00e3o parava por a\u00ed: as mulheres n\u00e3o podiam ocupar cargos superiores, como o da dire\u00e7\u00e3o. Seus sal\u00e1rios eram mais baixos e tinham menos chances de subir na carreira. Para come\u00e7ar a ensinar, elas tamb\u00e9m deveriam ter, no m\u00ednimo 25 anos, a n\u00e3o ser que ensinassem na casa dos pais e se esses fossem merecedores de respeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse per\u00edodo da Hist\u00f3ria, a maioria das mulheres que procuravam os cursos de forma\u00e7\u00e3o de professores eram \u00f3rf\u00e3s e de classe m\u00e9dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje as aulas s\u00e3o interessantes e divertidas, todos os alunos, sem distin\u00e7\u00e3o, t\u00eam liberdade de interagir com os seus professores, tirar d\u00favidas e discordar de algum assunto. Nem sempre foi assim. \u00c9 poss\u00edvel imaginar como eram os m\u00e9todos de ensino?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No primeiro m\u00e9todo de ensino, o professor que tinha v\u00e1rios alunos ensinava cada um individualmente. Esse modelo foi inspirado na educa\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica, onde a m\u00e3e ensinava a cada filho e os mais velhos podiam ensinar aos mais novos. Mas sabemos que essa n\u00e3o foi a \u00fanica maneira de ensinar, vamos conhecer outra!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os alunos tamb\u00e9m podiam aprender atrav\u00e9s de um m\u00e9todo focado na repeti\u00e7\u00e3o oral e memoriza\u00e7\u00e3o, que fazia com que os alunos tivessem menos oportunidades de se expressar. Com essa forma foi poss\u00edvel ensinar muitos alunos de uma \u00fanica vez, at\u00e9 porque os pr\u00f3prios estudantes eram usados como ajudantes dos professores em sala.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas esses modelos foram sendo substitu\u00eddos por outros que incentivavam maior participa\u00e7\u00e3o dos alunos, n\u00e3o mais apenas repetindo o que o professor dizia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E como era a estrutura das escolas? Elas n\u00e3o tinham estrutura f\u00edsica adequada para oferecer conforto aos alunos, nem material suficiente como livros que auxiliassem os professores a dar aula de outra maneira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das escolas que vimos at\u00e9 agora, surgiram tamb\u00e9m cursos profissionalizantes que preparavam as mulheres para o mercado de trabalho. No Rio de Janeiro, nasce a famosa Escola Profissional Paulo de Frontin. L\u00e1, elas podiam escolher entre o Curso Comercial, que oferecia mat\u00e9rias escolares como contabilidade e l\u00ednguas, e o Curso Profissional, com oficinas variadas de chap\u00e9us, flores e desenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o ensino superior, como era? Sabemos que hoje em dia, homens e mulheres podem escolher livremente suas profiss\u00f5es e frequentar universidades, mas foi apenas em 1879 que as mulheres conseguiram permiss\u00e3o do governo para entrar nas faculdades. Mesmo assim, o desejo das mulheres em ocupar esses lugares n\u00e3o era o suficiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As mulheres solteiras deveriam apresentar a licen\u00e7a dos seus pais; j\u00e1 as casadas, autoriza\u00e7\u00e3o por escrito de seus maridos. Por isso, o n\u00famero de mulheres que chegavam ao ensino superior era muito baixo. Al\u00e9m de todo preconceito da sociedade, elas n\u00e3o frequentavam cursos preparat\u00f3rios, o que dificultava ainda mais a entrada das mulheres na faculdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir da d\u00e9cada de 1950, o desenvolvimento industrial do Brasil fez com que houvesse um aumento na procura das\u00a0 escolas de ensino m\u00e9dio com o objetivo de preparar as mulheres para o setor de servi\u00e7os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda na d\u00e9cada de 1950 e na de 1960, e de modo marcante at\u00e9 o final do s\u00e9culo XX, o acesso \u00e0 universidade e \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o dos campos de trabalho foi paulatinamente se ampliando. Houve uma virada das mulheres brasileiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com pesquisas recentes, as mulheres ocupam hoje mais da metade do n\u00famero de inscritos nos cursos de gradua\u00e7\u00e3o, superaram os anos de estudos quando comparadas aos homens, e representam 80% do n\u00famero de professores da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica. Isso corresponde a mais de um milh\u00e3o e meio dos profissionais desse setor.<\/p>\n<p>Por portal Mulheres de Luta<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando pensamos na escola, algumas imagens surgem em nossa cabe\u00e7a: meninos e meninas juntos, conversando com os mesmos professores e professoras, pensando em entrar em uma universidade, planejando seu futuro, escolhendo uma profiss\u00e3o. Mat\u00e9rias iguais para todos. H\u00e1 duzentos anos isso n\u00e3o era poss\u00edvel. A sociedade sofreu muitas transforma\u00e7\u00f5es com o passar do tempo. 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