{"id":37946,"date":"2022-06-03T14:48:00","date_gmt":"2022-06-03T17:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=37946"},"modified":"2022-06-03T14:37:34","modified_gmt":"2022-06-03T17:37:34","slug":"maior-tragedia-do-seculo-em-pernambuco-mortes-pelas-chuvas-de-2022-superam-total-da-cheia-de-1975","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2022\/06\/03\/maior-tragedia-do-seculo-em-pernambuco-mortes-pelas-chuvas-de-2022-superam-total-da-cheia-de-1975","title":{"rendered":"Maior trag\u00e9dia do s\u00e9culo em Pernambuco, mortes pelas chuvas de 2022 superam total da cheia de 1975"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Entre a lama e a desesperan\u00e7a,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/noticias\/bombeiros-encontram-ultimo-corpo-no-curado-total-de-mortes-por-chuvas\/228952\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco<\/strong><\/a>\u00a0desde a \u00faltima quarta-feira (25). V\u00edtimas de\u00a0<strong>deslizamentos de barreiras\u00a0<\/strong>e de\u00a0<strong>enxurradas\u00a0<\/strong>provocadas pelas chuvas torrenciais,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/noticias\/sobe-para-126-numero-de-mortos-em-pernambuco-devido-as-fortes-chuvas\/229000\/\"><strong>126 pessoas morreram<\/strong><\/a>, segundo as \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es oficiais. Essa j\u00e1 \u00e9 a\u00a0<strong>maior cat\u00e1strofe natural do s\u00e9culo 21\u00a0<\/strong>no Estado e a maior de uma gera\u00e7\u00e3o inteira.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div id=\"intext1\" class=\"div-gpt-ad\" data-sizes=\"336x280,300x250,250x250\" data-google-query-id=\"CK7C5IjlkfgCFRhIuAQdkCwJaQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/folhape\/noticias_1__container__\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">Em <\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">1966<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">, uma grande cheia tomou conta do Recife. Era 30 de maio daquele ano quando diversas partes da cidade ficaram submersas devido ao transbordamento do rio Capibaribe. Imagens de acervos hist\u00f3ricos mostram at\u00e9 mesmo a avenida Caxang\u00e1 tomada por \u00e1gua.\u00a0<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"spacer30\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">O caos no Recife ganhou repercuss\u00e3o nacional. \u00c0 \u00e9poca, a Folha de S.Paulo anunciava: &#8220;Calamidade p\u00fablica no Recife inundado por chuvas&#8221;. A \u00e1gua chegou a mais de dois metros de altura em diversos bairros da cidade. Os registros indicam <\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">175 mortos<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">, naquela que \u00e9 a maior cat\u00e1strofe natural do Estado em n\u00fameros.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 em\u00a0<strong>1975<\/strong>, a cheia ficou marcada pelo boato do rompimento da barragem de\u00a0<strong>Tapacur\u00e1\u00a0<\/strong>e teve at\u00e9 registro de mortes por ataques card\u00edacos diante do susto causado pela not\u00edcia falsa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cerca de\u00a0<strong>80%<\/strong>\u00a0do territ\u00f3rio habitado do Recife ficou debaixo d&#8217;\u00e1gua. O transbordamento do Capibaribe, em 17 de julho, paralisou a capital pernambucana e diversos munic\u00edpios por ele banhados. Ao todo, 107 pessoas morreram naquele ano.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"dn_galeria_noticia\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"clear\"><span style=\"color: initial; font-size: revert;\">A <\/span><strong style=\"color: initial; font-size: revert;\">historiadora Gizelly Medeiros\u00a0<\/strong><span style=\"color: initial; font-size: revert;\">recorda que as duas grandes enchentes na capital pernambucana ocorreram durante o per\u00edodo da\u00a0<\/span><strong style=\"color: initial; font-size: revert;\">ditadura militar\u00a0<\/strong><span style=\"color: initial; font-size: revert;\">(1964-1985).\u00a0<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A cheia de 1966 teve mais mortes, mais pessoas foram atingidas. No entanto, a de 1975 foi mais ca\u00f3tica, causou mais danos, deixou o Recife completamente alagado&#8221;, cita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dois presidentes militares que estavam ocupando o cargo na \u00e9poca &#8211; Castelo Branco e Ernesto Geisel, respectivamente &#8211; vieram ao Recife. &#8220;Tentaram fazer alguma coisa, mas nada foi feito naquele per\u00edodo&#8221;, completa Gizelly.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O problema de cheias no Recife \u00e9\u00a0<strong>hist\u00f3rico<\/strong> e remonta aos per\u00edodos colonial e da invas\u00e3o holandesa. &#8220;A primeira enchente que se tem not\u00edcia no Recife foi no s\u00e9culo 17, l\u00e1 pelos anos 1600. Maur\u00edcio de Nassau governava o Recife quando aconteceu a segunda grande enchente e ele foi uma das primeiras pessoas que mandou construir nas margens do Capibaribe, na regi\u00e3o que seria mais ou menos Afogados [bairro da Zona Oeste do Recife]&#8221;, acrescenta a historiadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cortada por dezenas de rios, a cidade n\u00e3o \u00e9 conhecida como &#8220;Veneza Brasileira&#8221; \u00e0 toa. E as\u00a0<strong>chuvas intensas<\/strong>, que, de tempos em tempos, v\u00eam &#8220;maiores do que o esperado&#8221;, intensificam o drama, especialmente, de quem mora nos morros e barreiras, diante da falta de infraestrutura e de moradia digna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O professor e pesquisador do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Osvaldo Gir\u00e3o lembra que as mortes das cheias do s\u00e9culo passado e das chuvas deste ano t\u00eam\u00a0<strong>caracter\u00edsticas diferentes<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote><p>\u201cAs cheias de 66 e 75 eram em um momento em que a popula\u00e7\u00e3o recifense era menor. Hoje temos 1,6 milh\u00e3o de habitantes, mas naqueles anos t\u00ednhamos uma popula\u00e7\u00e3o certamente menor que 1 milh\u00e3o, mas que habitava na \u00e1rea de plan\u00edcie. Por conta disso, os casos de \u00f3bitos eram majoritariamente ligados \u00e0 quest\u00e3o de afogamento. Comparando com o momento atual, tivemos muitos mortos por movimentos de massa que s\u00e3o esses deslizamentos\u201d, explica Gir\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<strong>maior adensamento populacional<\/strong>\u00a0em dire\u00e7\u00e3o aos morros e encostas da cidade contribu\u00edram para esta problem\u00e1tica. As solu\u00e7\u00f5es passam por planejamentos de m\u00e9dio e longo prazo, defende o professor. \u201cTalvez, de imediato resolver problemas de drenagem nessa \u00e1rea de encosta. A \u00e1gua cai e muitas vezes n\u00e3o h\u00e1 direcionamento dessa \u00e1gua. \u00c9 preciso fazer com que essa \u00e1gua chegue rapidamente no sop\u00e9 da encosta\u201d, completa Osvaldo Gir\u00e3o.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div id=\"intext4\" class=\"div-gpt-ad\" data-sizes=\"336x280,300x250,250x250\" data-google-query-id=\"CLHC5IjlkfgCFRhIuAQdkCwJaQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/88816410\/folhape\/noticias_4__container__\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">O poder p\u00fablico, completa o professor, tem a responsabilidade de fazer com que essas \u00e1reas n\u00e3o sejam ocupadas, mas que a popula\u00e7\u00e3o seja realocada. Essa, inclusive, <\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">n\u00e3o \u00e9 uma demanda de apenas uma gest\u00e3o,<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">\u00a0mas de duas ou tr\u00eas, segundo o professor.\u00a0<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA tend\u00eancia pelo que a gente v\u00ea por conta do aquecimento global \u00e9 que esses eventos se tornem mais frequentes. Essas ondas de leste [fen\u00f4meno que causou as chuvas torrenciais deste ano] t\u00eam intensidade maior desde a d\u00e9cada passada\u201d, frisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m chamado de\u00a0<strong>Dist\u00farbio Ondulat\u00f3rio de Leste<\/strong>, o fen\u00f4meno \u00e9 uma configura\u00e7\u00e3o dos ventos que favorece a eleva\u00e7\u00e3o da umidade de baixos n\u00edveis para altos n\u00edveis. Quando a umidade encontra certa altura, transforma-se em nuvens e, dependendo da quantidade de umidade, em nuvens de tempestade. Aliada ao sistema,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.folhape.com.br\/noticias\/oceano-mais-quente-intensificou-fenomeno-que-provocou-chuvas-intensas\/228735\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>a temperatura do oceano at\u00e9 tr\u00eas graus mais quente do que o normal para esta \u00e9poca do ano intensificou as chuvas<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 preciso tamb\u00e9m investir em preven\u00e7\u00e3o, acrescenta o professor. Ele defende, por exemplo, mais investimentos em preven\u00e7\u00e3o por parte da Defesa Civil: \u201cA Defesa Civil no Brasil \u00e9 muito de a\u00e7\u00e3o no p\u00f3s-evento. O que acontece antes do evento? As popula\u00e7\u00f5es devem interagir e reconhecer os riscos, deve conhecer seu ambiente, os dispositivos de alerta, a possibilidade de evacua\u00e7\u00e3o\u201d, fecha Gir\u00e3o.\n<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">Por: Folha de pernambuco<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre a lama e a desesperan\u00e7a,\u00a0mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco\u00a0desde a \u00faltima quarta-feira (25). V\u00edtimas de\u00a0deslizamentos de barreiras\u00a0e de\u00a0enxurradas\u00a0provocadas pelas chuvas torrenciais,\u00a0126 pessoas morreram, segundo as \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es oficiais. Essa j\u00e1 \u00e9 a\u00a0maior cat\u00e1strofe natural do s\u00e9culo 21\u00a0no Estado e a maior de uma gera\u00e7\u00e3o inteira. Em 1966, uma grande [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":37947,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1507],"tags":[9824,9822,92,532,9823],"class_list":["post-37946","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-pernambuco","tag-chuvas-de-2022","tag-maior-tragedia","tag-mortes","tag-pernambuco","tag-seculo"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg","uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"thumbnail":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832-150x150.jpeg",150,150,true],"medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832-300x200.jpeg",300,200,true],"medium_large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"1536x1536":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"2048x2048":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"mantranews-slider-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"mantranews-featured-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832-420x307.jpeg",420,307,true],"mantranews-featured-long":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832-300x333.jpeg",300,333,true],"mantranews-block-medium":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832-464x290.jpeg",464,290,true],"mantranews-carousel-image":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false],"mantranews-block-thumb":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832-322x230.jpeg",322,230,true],"mantranews-single-large":["https:\/\/blogopara.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/whatsapp-image-2022-05-29-at-171832.jpeg",500,333,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Reda\u00e7\u00e3o geral","author_link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/author\/blogopara"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Entre a lama e a desesperan\u00e7a,\u00a0mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco\u00a0desde a \u00faltima quarta-feira (25). V\u00edtimas de\u00a0deslizamentos de barreiras\u00a0e de\u00a0enxurradas\u00a0provocadas pelas chuvas torrenciais,\u00a0126 pessoas morreram, segundo as \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es oficiais. Essa j\u00e1 \u00e9 a\u00a0maior cat\u00e1strofe natural do s\u00e9culo 21\u00a0no Estado e a maior de uma gera\u00e7\u00e3o inteira. Em 1966, uma grande&hellip;","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37946","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37946"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37946\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37948,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37946\/revisions\/37948"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37947"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37946"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37946"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37946"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}