{"id":68093,"date":"2024-09-11T07:53:36","date_gmt":"2024-09-11T10:53:36","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=68093"},"modified":"2024-09-11T07:53:40","modified_gmt":"2024-09-11T10:53:40","slug":"lancamento-do-livro-curriculo-contextualizacao-e-aprendizagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2024\/09\/11\/lancamento-do-livro-curriculo-contextualizacao-e-aprendizagem","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento do Livro &#8211; Curr\u00edculo, Contextualiza\u00e7\u00e3o e Aprendizagem"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">O intuito desse livro \u00e9 tensionar o vazio constatado nas pol\u00edticas de educa\u00e7\u00e3o e nas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas presentes nas escolas, sejam elas p\u00fablicas ou privadas, no que diz respeito aos sentidos da aprendizagem, objetivo maior do ensino, o que tem levado, de certa forma, a uma necessidade urgente de repensarmos o lugar que as pr\u00e1ticas, o curr\u00edculo e todos os conte\u00fados que o comp\u00f5em ocupam na forma\u00e7\u00e3o dos nossos estudantes.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Nesta\u00a0<b>quarta-feira, dia 11 de setembro de 2024,<\/b>\u00a0\u00e0s\u00a0<b>19 h,\u00a0<\/b>\u00a0no Departamento de Ci\u00eancias Humanas &#8211; Campus III da Universidade do Estado da Bahia &#8211; UNEB,<\/div>\n<div dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">\n<div class=\"x_gmail-WordSection1\">\n<p class=\"x_MsoNormal\">O intuito desse livro \u00e9 tensionar o vazio constatado nas pol\u00edticas de educa\u00e7\u00e3o e nas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas presentes nas escolas, sejam elas p\u00fablicas ou privadas, no que diz respeito aos sentidos da aprendizagem, objetivo maior do ensino, o que tem levado, de certa forma, a uma necessidade urgente de repensarmos o lugar que as pr\u00e1ticas, o curr\u00edculo e todos os conte\u00fados que o comp\u00f5em ocupam na forma\u00e7\u00e3o dos nossos estudantes.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">A preocupa\u00e7\u00e3o apresentada acima se faz pertinente, porque, na maioria das vezes, o que se constata \u00e9 um conjunto de conte\u00fados vazios de sentido e significados para os sujeitos do processo educativo e para as comunidades nas quais as escolas se fazem presentes e, como tal, trabalhados por meio de pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas esvaziadas dos fundamentos do como se aprende, em virtude das exig\u00eancias dos \u201ctempos atuais\u201d, de interesses \u201cescusos\u201d e da inten\u00e7\u00e3o de quem se encontra por tr\u00e1s da tais projetos, quase sempre o mercado, que transforma a educa\u00e7\u00e3o em mercadoria.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Essa tem sido uma preocupa\u00e7\u00e3o presente nas refl ex\u00f5es e produ\u00e7\u00f5es escritas que perpassam o Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o Mestrado em Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e Territ\u00f3rios Semi\u00e1ridos (PPGESA), ofertado pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), no Campus III, em Juazeiro \u2013 BA, assim como, do Grupo de Pesquisa em Educa\u00e7\u00e3o Contextualizada, Cultura e Territ\u00f3rio (EDUCERE), tamb\u00e9m pertencente \u00e0 UNEB e, especialmente, este livro.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Esse vazio apontado no curr\u00edculo das escolas que est\u00e3o nos mais diversos estratos de um Brasil profundo, diverso e rico em suas particularidades, nos aponta cada vez mais para a necessidade de uma Educa\u00e7\u00e3o de sentido, de significado, de aproxima\u00e7\u00e3o entre os contextos da aprendizagem e os conhecimentos que chegam \u00e0 escola, que na maioria das vezes, desconsideram os saberes, as culturas, as dimens\u00f5es da produ\u00e7\u00e3o da vida e do sentido que teria a escola em promover aprendizagens dialogadas que fortalecessem a aprendizagem contextualizada.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Aqui, as pr\u00e1ticas educativas estariam suportadas na promo\u00e7\u00e3o de uma leitura do mundo, em que a escola toma sentido, favorecendo a partir dos conhecimentos a\u00ed veiculados, uma conex\u00e3o potencializadora dos saberes locais, no di\u00e1logo com os globais, no empoderamento dos sujeitos e na transcend\u00eancia dos aprendizados desses sujeitos, que se manifestaria na produ\u00e7\u00e3o de \u2018modos de vida sustent\u00e1veis\u2019 como nos ensina Silva, ao se reportar ao Semi\u00e1rido Brasileiro e aos processos colonizadores que submeteram povos e institui\u00e7\u00f5es, inclusive fazendo da educa\u00e7\u00e3o um dos seus instrumentos de promo\u00e7\u00e3o da colonialidade.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Se queremos um\u00a0<b>Semi\u00e1rido competitivo<\/b>, o mercado ser\u00e1 a \u00fanica fonte da institucionalidade dominada por corpora\u00e7\u00f5es transnacionais que promovem a democracia liberal, reduzindo a exist\u00eancia a uma luta pela sobreviv\u00eancia atrav\u00e9s do ego\u00edsmo da competi\u00e7\u00e3o. Se queremos um\u00a0<b>Semi\u00e1rido feliz com modos de vida sustent\u00e1veis<\/b>, os movimentos e organiza\u00e7\u00f5es sociais do SAB ser\u00e3o a principal fonte da institucionalidade na qual a solidariedade emerge da interdepend\u00eancia entre todas as formas e modos de vida humana e n\u00e3o humana, promovendo a democracia participativa, deliberativa e comunit\u00e1ria. Para essa institucionalidade, o\u00a0<i>contexto\u00a0<\/i>(territ\u00f3rio, lugar, dom\u00ednio da exist\u00eancia) \u00e9 a refer\u00eancia m\u00e1xima para inspirar iniciativas emancipadoras, a\u00a0<i>intera\u00e7\u00e3o\u00a0<\/i>\u00e9 a estrat\u00e9gia permanente para criar espa\u00e7os democr\u00e1ticos de interc\u00e2mbios interculturais, inter\u00e9tnicos, interinstitucionais, e a \u00e9tica \u00e9 o compromisso com a felicidade dos povos do SAB e a sustentabilidade de seus modos de vida. (Silva, 2016, p.15).<b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Assim tamb\u00e9m se processa na educa\u00e7\u00e3o e nos processos formativos que atravessam a escola, em que, muitas vezes, no af\u00e3 de produzir indicadores educacionais que n\u00e3o indicam aprendizagem, mas apenas n\u00famero para ranqueamento nos sistemas educativos, a pratica pedag\u00f3gica se reduz ao roteiro de um livro did\u00e1tico ou \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o das sequ\u00eancias did\u00e1ticas ofertadas pelas funda\u00e7\u00f5es privadas, que entram no setor p\u00fablico, contribuindo para a preponder\u00e2ncia de um curr\u00edculo e pr\u00e1ticas ocas de sentido e significa\u00e7\u00f5es para os sujeitos aprendentes e mesmo para os docentes, anulados na sua autonomia e capacidade de autoria, pois s\u00e3o reduzidos \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o de conhecimentos amorfos.\u00a0Ensina-se, mas n\u00e3o se sabe como o outro aprende ou se ele aprende; ensina-se, mas n\u00e3o se sabe em que teoria da aprendizagem se fundamenta a sua pr\u00e1tica docente; ensina-se, mas a cada dia desaprende o seu papel enquanto mediador de aprendizagens, enquanto educador (a).<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">A impress\u00e3o que temos \u00e9 que as ci\u00eancias da educa\u00e7\u00e3o avan\u00e7am na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento sobre as diversas possibilidades de se promover a aprendizagem significativa, mas cada vez mais a escola e as pr\u00e1ticas se fazem distantes, vazias desses saberes, que seriam essenciais na revolu\u00e7\u00e3o educacional com vistas \u00e0 promo\u00e7\u00e3o do aprender e n\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de estat\u00edsticas vazias de sentido.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Saber que fundamento vai dando sentido e suportando a minha pr\u00e1tica \u00e9 uma forma de desvencilhar o fazer, de problematizar a pr\u00e1tica pedag\u00f3gica, de dar sentido \u00e0 experi\u00eancia, \u00e0 pr\u00e1xis. Como nos ensina a pesquisadora e educadora equatoriana Rosa Maria Torres, Ensino e aprendizagem s\u00e3o dois elementos diferentes, n\u00e3o s\u00e3o sin\u00f4nimos um do outro, mas s\u00e3o complementares e, n\u00e3o necessariamente acontecem ao mesmo tempo.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Na pr\u00e1tica, est\u00e1 muito arraigada a ideia de que ensinar e aprender s\u00e3o a mesma coisa. Que basta que algu\u00e9m ensine para que outro aprenda. O professor, diante do aluno que admite que n\u00e3o sabe ou n\u00e3o entende, responde quase sem pensar: &#8220;Mas eu j\u00e1 ensinei isso!&#8221;. E se o aluno responde: \u201cMas eu n\u00e3o aprendi&#8221;.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">O professor pode at\u00e9 entender isso como uma incoer\u00eancia, algo sem sentido e at\u00e9 como uma insol\u00eancia, n\u00e3o como uma possibilidade real, como uma defasagem perfeitamente normal dentro de todo processo de conhecimento que envolve uma rela\u00e7\u00e3o ensino aprendizagem.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">A pr\u00f3pria express\u00e3o ensino-aprendizagem, t\u00e3o repetida e utilizada na Pedagogia tem contribu\u00eddo, sem d\u00favida, para favorecer e alimentar a confus\u00e3o, criando a imagem (fon\u00e9tica e visual) de que os dois termos constituem uma unidade insepar\u00e1vel, dividida apenas por um min\u00fasculo h\u00edfen. Mas a realidade nos indica que n\u00e3o existe essa unidade insepar\u00e1vel e que no meio h\u00e1 algo maior e mais grave que um h\u00edfen. Porque a verdade \u00e9 que pode haver ensino sem aprendizagem como tamb\u00e9m pode haver aprendizagem sem ensino. (Torres, sd, p. 02).<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u00c9 sobre isso, \u00e9 sobre os vazios formativos que negam aos docentes uma maior reflex\u00e3o dos seus saberes-fazeres, da sua pr\u00e1xis e que isso vai se manifestando na sala de aula, espa\u00e7o que seria para promover a aprendizagem participativa, contextualizada, fundamentada, mas que se torna apenas um abismo devorador de conte\u00fados sem sentido, reproduzidos por pr\u00e1ticas esvaziadas.\u00a0 Assim, \u00e0s vezes voc\u00ea ensina, mas nem sempre a aprendizagem se processa no mesmo momento em que o ensino \u00e9 promovido.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u00a0H\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que a aprendizagem s\u00f3 vai acontecer tempos depois que o ensino aconteceu, em virtude de que s\u00e3o processos distintos e que muitas vezes se aprende at\u00e9 sozinho, lendo um livro, realizando uma a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">\u00c9 com base nos fundamentos da Educa\u00e7\u00e3o contextualizada que vamos buscando uma aproxima\u00e7\u00e3o entre as teorias da aprendizagem e contributos de diversos te\u00f3ricos como Piaget, Vygotsky, Wallon, Carl Rogers, David Ausubel, Paulo Freire e outros, que se aventuram nas pr\u00e1ticas e reflex\u00f5es oriundas de anos de pesquisas, colocando em quest\u00e3o e suspei\u00e7\u00e3o a aprendizagem para melhor compreenderam como que o humano aprende, contribuindo dessa maneira para que possamos, hoje,\u00a0 no \u00e2mbito das escolas e das pr\u00e1ticas educativas, temos indicativos que possibilitem um melhor entrela\u00e7amento entre os fins do ensino e a promo\u00e7\u00e3o da aprendizagem vinculados \u00e0s realidades das comunidades aprendentes e dos sujeitos desse processo, permitindo a realiza\u00e7\u00e3o de uma educa\u00e7\u00e3o contextualizada que incida na forma\u00e7\u00e3o de sujeitos cr\u00edticos, permitindo que esses compreendam a dimens\u00e3o contextual e complexa que o seu mundo, a sua cultura, o local e global encarnam, n\u00e3o percebendo a parte e o todo como isolados, mas sim, part\u00edcipes de uma mesma teia.<\/p>\n<p class=\"x_MsoNormal\">Essa \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o dos textos que comp\u00f5em esta colet\u00e2nea, fruto da disciplina Curr\u00edculo, Contextualiza\u00e7\u00e3o e Aprendizagem,\u00a0 ofertada pelo PPGESA e que com a contribui\u00e7\u00e3o de todos\/as autores\/as que assinam cada cap\u00edtulo, vamos puxando os fios da teia complexa que perpassa a rela\u00e7\u00e3o entre ensino e aprendizagem, como atos distintos, mas que podem ser complementares, quando se busca na indexa\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas em uma pr\u00e1xis que permita a materializa\u00e7\u00e3o cotidiana da reflex\u00e3o-a\u00e7\u00e3o-reflex\u00e3o-a\u00e7\u00e3o nos espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o do humano, pois como ser humano, antes da obra ser realizada, j\u00e1 pensamos sobre ela, j\u00e1 projetamos essa a\u00e7\u00e3o, mesmo que seja ressignificada no processo da sua constru\u00e7\u00e3o, o que tamb\u00e9m se faz no ensino, na promo\u00e7\u00e3o do que possa ser o espa\u00e7o de aprendizagem.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div dir=\"ltr\">\n<div>\n<div class=\"x_gmail_signature\" dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\"><b>Edmerson dos Santos Reis<\/b><\/span><\/p>\n<div><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Prof. Titular da UNEB &#8211; Campus &#8211; III &#8211; Juazeiro &#8211; BA<\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Grupo de Pesquisa EDUCERE\/PIBID\/Projeto Reflex\u00e3o dos Referenciais da ECSAB<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O intuito desse livro 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