{"id":78836,"date":"2025-08-22T08:24:29","date_gmt":"2025-08-22T11:24:29","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=78836"},"modified":"2025-08-22T08:24:29","modified_gmt":"2025-08-22T11:24:29","slug":"feminicidio-oito-mulheres-sao-mortas-por-mes-na-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2025\/08\/22\/feminicidio-oito-mulheres-sao-mortas-por-mes-na-bahia","title":{"rendered":"Feminic\u00eddio: oito mulheres s\u00e3o mortas por m\u00eas na Bahia"},"content":{"rendered":"<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-m4vti1xxbo\">Lindiane, Adriana, Rose, Jaqueline, Dileuza, Maria Francinalda e Kelly. Esses s\u00e3o os nomes de sete das 57 mulheres que foram v\u00edtimas de feminic\u00eddio na Bahia de janeiro a julho deste ano. O n\u00famero indica que, a cada m\u00eas de 2025, oito mulheres foram assassinadas por \u00f3dio de g\u00eanero no estado. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es de Seguran\u00e7a P\u00fablica (Sinesp), pasta vinculada ao Minist\u00e9rio de Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-gd4pvkm1r3\">Por \u00f3dio de g\u00eanero, entende-se a discrimina\u00e7\u00e3o, preconceito, propaga\u00e7\u00e3o do \u00f3dio, viol\u00eancia ou avers\u00e3o praticados contra mulheres por raz\u00f5es da condi\u00e7\u00e3o de sexo feminino. \u00c9 o caso, por exemplo, dos crimes cometidos, majoritariamente por homens, no contexto de separa\u00e7\u00f5es, brigas, trai\u00e7\u00f5es e ci\u00fames \u2013 grande parte dos casos de feminic\u00eddio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-dutcb5bu7a\">Segundo a Pol\u00edcia Civil da Bahia, at\u00e9 o dia 20 de agosto deste ano, 63 mulheres perderam a vida ap\u00f3s serem alvos de feminicidas. O n\u00famero apresenta seis casos a mais em rela\u00e7\u00e3o ao dado do Sinesp. Em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado, s\u00e3o dois casos a menos no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-nof2w2qeym\">A queda num\u00e9rica t\u00e3o discreta chega a preocupar Vanessa Cavalcanti, professora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, g\u00eanero e feminismo da Universidade Federal da Bahia (Ufba).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-4kyawq3sq2\">\u201cA perman\u00eancia quantitativa pode ser mais um alerta para a necessidade de pol\u00edticas especializadas e de forte press\u00e3o social para processos educativos, preventivos e indicadores de n\u00e3o viol\u00eancias. O agravamento de formas para realiza\u00e7\u00e3o do crime, como o uso de armas n\u00e3o convencionais, assim como a ocorr\u00eancia na presen\u00e7a de outras pessoas, s\u00e3o alarmes sociais e preocupam\u201d, afirma.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-r8r7q5kn9b\">Segundo ela, o cen\u00e1rio atual de inseguran\u00e7a para as mulheres ainda reflete os \u201cmuitos anos de armamento e de discursos sobre justi\u00e7a individual, mulheres recatadas, em prol da rela\u00e7\u00e3o familiar suportar e n\u00e3o denunciar&#8221; que, para a especialista, \u00e9 fruto de uma cultura machista anunciada e expressa publicamente.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-i72xaiknlz\">Vanessa Cavalcanti tamb\u00e9m chama aten\u00e7\u00e3o para a demora de execu\u00e7\u00e3o penal. Tal fator evidencia uma falha que contribui para a descredibiliza\u00e7\u00e3o das redes de prote\u00e7\u00e3o. \u201cAlguns trabalhos acad\u00eamicos revelam, atrav\u00e9s de pesquisas argumentativas e a partir de evid\u00eancias, que as mulheres t\u00eam certa desconfian\u00e7a para pedir prote\u00e7\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-2jcbbvqz9w\">\u201c[\u00c9 importante lembrar que] o acesso \u00e0 justi\u00e7a e \u00e0 cidadania n\u00e3o acontecem somente por decreto. S\u00e3o processos de longa dura\u00e7\u00e3o, de preserva\u00e7\u00e3o e cuidado com as v\u00edtimas, sejam as mulheres e as crian\u00e7as e jovens envolvidos\u201d, completa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-v4752d8i68\">Gabriela Vergolino, pesquisadora do N\u00facleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher da Universidade Federal da Bahia (PPGNEIM\/Ufba), ressalta que, uma vez identificada a viol\u00eancia, h\u00e1 caminhos aos quais recorrer. \u201cA Prefeitura de Salvador possui um canal de whatsapp dispon\u00edvel como recurso, cujo n\u00famero \u00e9 o (71) 98791-3420, h\u00e1 tamb\u00e9m as delegacias da mulher (DEAMs), especializadas em receber esse tipo de den\u00fancia\u201d, indica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-917i7fitl9\">Outra possibilidade \u00e9 recorrer \u00e0 Casa da Mulher Brasileira e ao NUDEM (N\u00facleo de Defesa das Mulheres) para solicitar medidas protetivas de urg\u00eancia, o n\u00facleo \u00e9 localizado no Caminho das \u00c1rvores e responde no telefone atrav\u00e9s do 129 ou (71) 3202-7390. Existe ainda a Central de Atendimento \u00e0 Mulher (Disque 180). Em caso de emerg\u00eancia \u00e9, poss\u00edvel denunciar pelo 190, sendo garantido o sigilo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full\">\n<h2 id=\"intertitulo-6lnrxivbws\" class=\"font-family-secondary text-tw-theme-box-titulo-default text-[26px] leading-[38px] font-bold md:text-[31px]\">Relembre casos<\/h2>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-b2m0xwjx90\"><b>Janeiro: Lindiane Rufino Soares<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-7u65orj76p\">Lindiane Rufino Soares\u00a0foi morta a facadas no bairro de S\u00e3o Marcos, em Salvador, no dia 5 de janeiro deste ano. O autor do crime foi Gilmar Correia, com quem a v\u00edtima tinha um filho de 10 anos e dividia a vida h\u00e1 19 anos. A rela\u00e7\u00e3o tinha um hist\u00f3rico de ci\u00fames. Os dois passaram o R\u00e9veillon juntos, mas brigaram. Com o pretexto de se reconciliar, eles se encontraram na casa onde moravam e ele a matou. Depois, fugiu da cena do crime, mas foi localizado e preso pela pol\u00edcia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-tlwcsxelw3\"><b>Fevereiro: Adriana Cunha da Silva<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-nyb70tluns\">Adriana Cunha da Silva, 34 anos, foi morta pelo ent\u00e3o companheiro no povoado de Nova Alegria, situado no no Rio Jucuru\u00e7u, em Itamaraju, no Extremo-Sul da Bahia. O crime aconteceu no dia 3 de fevereiro. Nilson de Jesus Rocha, 35 anos, admitiu ter matado a mulher cujo corpo foi localizado boiando no rio. Testemunhas disseram \u00e0 pol\u00edcia que a mulher tentou terminar a rela\u00e7\u00e3o algumas vezes, mas sempre era confrontada com agressividade por parte de Nilson. Ele tamb\u00e9m teve epis\u00f3dios de viol\u00eancia dom\u00e9stica, agredindo a v\u00edtima. Ele foi preso.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ceyfd6ow76\"><b>Mar\u00e7o: Rose Ant\u00f4nio Viana<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-tbzhcws917\">Rose Ant\u00f4nio Viana, de 42 anos, foi morta em uma fazenda do munic\u00edpio de Mascote, no Sul da Bahia, no dia 23 de mar\u00e7o. O autor do crime foi Reroaldo Souza Portela, de 27 anos, que tentou estuprar a mulher. Ao resistir, ele a esfaqueou. Reroaldo foi encontrado por policiais militares horas depois em um assentamento na zona rural de Mascote. Ao receber voz de pris\u00e3o, o homem resistiu e atirou contra os policiais. Um deles chegou a ser atingido no bra\u00e7o. Reroaldo tamb\u00e9m foi baleado e morreu.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ywbgp28acm\"><b>Abril: Jaqueline Viana Moura<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-chphjy96nc\">Uma mulher de 43 anos, identificada como\u00a0Jaqueline Viana Moura, foi encontrada morta com sinais de estrangulamento na Rua da Resist\u00eancia, no Bairro da Paz, em Salvador, no dia 16 de abril. A suspeita \u00e9 o que namorado tenha cometido o crime. Ele foi espancado pela popula\u00e7\u00e3o, socorrido para uma unidade hospitalar, mas n\u00e3o resistiu e morreu.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-fxpqrhylxd\"><b>Maio: Dileuza de Vasconcelos Campinho<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-059e07j0nk\">Dileuza de Vasconcelos Campinho, de 40 anos, foi morta em Remanso, no norte baiano, no dia 16 de maio. A v\u00edtima e outra mulher retornavam da academia quando, ao se aproximarem de sua resid\u00eancia, no bairro Quadra 17, foram surpreendidas por dois suspeitos a bordo de uma motocicleta. Um deles disparou contra Dileuza, que morreu no local. O caso est\u00e1 sendo investigado como feminic\u00eddio e o ex-companheiro da v\u00edtima \u00e9 considerado suspeito.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ip25p35rfd\"><b>Junho: Maria Francinalda Matias de Souza<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-l2dyxxf8u5\">Maria Francinalda Matias de Souza, de 57 anos, foi morta a facadas no munic\u00edpio de Juazeiro, no norte da Bahia, no dia 6 de junho deste ano. Ela teria se desentendido com o ex-companheiro um dia antes do crime e foi encontrada esfaqueada dentro de casa no dia seguinte. Chegou a ser socorrida por familiares, mas n\u00e3o resistiu. O suspeito, que n\u00e3o teve a identidade revelada, foi preso em flagrante.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ncluyqbvjm\"><b>Julho: Kelly Silva Jesus<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-ly5fnbf4kw\">Kelly Silva Jesus, de 35 anos, foi morta a golpes de machado pelo companheiro em Barra do Pojuca, no munic\u00edpio de Cama\u00e7ari. O crime acon<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lindiane, Adriana, Rose, Jaqueline, Dileuza, Maria Francinalda e Kelly. Esses s\u00e3o os nomes de sete das 57 mulheres que foram v\u00edtimas de feminic\u00eddio na Bahia de janeiro a julho deste ano. O n\u00famero indica que, a cada m\u00eas de 2025, oito mulheres foram assassinadas por \u00f3dio de g\u00eanero no estado. 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