{"id":818,"date":"2019-06-24T13:04:24","date_gmt":"2019-06-24T16:04:24","guid":{"rendered":"http:\/\/blogopara.com.br\/?p=818"},"modified":"2019-06-24T13:04:26","modified_gmt":"2019-06-24T16:04:26","slug":"sustentabilidade-ganha-cada-vez-mais-relevancia-na-construcao-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2019\/06\/24\/sustentabilidade-ganha-cada-vez-mais-relevancia-na-construcao-civil","title":{"rendered":"SUSTENTABILIDADE GANHA CADA VEZ MAIS RELEV\u00c2NCIA NA CONSTRU\u00c7\u00c3O CIVIL"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO mercado que representa de 15 a 20% do PIB e 20% do emprego no Brasil precisa ser protagonista do debate sobre sustentabilidade\u201d, afirma Mario Prestes Monzoni Neto, professor e coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVCes) da Escola de Administra\u00e7\u00e3o de Empresas de S\u00e3o Paulo da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV-EAESP). Assim como nos demais setores, segundo ele, n\u00e3o h\u00e1 uma unanimidade de como as empresas v\u00eam e lidam com o tema. Mas houve uma grande evolu\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos dez anos. \u201cMuitas companhias j\u00e1 percebem a gera\u00e7\u00e3o de valor e de oportunidades relacionadas \u00e0s a\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. Mas n\u00f3s ainda estamos no in\u00edcio de um processo. \u00c9 o come\u00e7o de uma nova economia e o fim de uma velha economia e elas est\u00e3o coexistindo, com esquizofrenias e polaridades\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Monzoni, para colaborar com a evolu\u00e7\u00e3o do tema sustentabilidade no setor da constru\u00e7\u00e3o civil, \u00e9 necess\u00e1rio ter l\u00edderes desse segmento dispostos a discutir e pensar em solu\u00e7\u00f5es. \u201cVamos construir um futuro que d\u00ea conta de olhar o meio ambiente com respeito, olhar a popula\u00e7\u00e3o local, ao redor, e tamb\u00e9m ter lucro. Isso \u00e9 um desafio para os gestores, mas \u00e9 importante e poss\u00edvel achar alternativas dentro desse contexto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cadeia da constru\u00e7\u00e3o civil \u00e9 muito ampla, envolve empresas de materiais de constru\u00e7\u00e3o, construtoras, projetos de hidrel\u00e9tricas e entidades setoriais. \u201cQualquer a\u00e7\u00e3o faz a diferen\u00e7a. As construtoras Camargo Corr\u00eaa, Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez, por exemplo, acabaram de lan\u00e7ar, com o Instituto Ethos, o \u2018<em>Guia Metodol\u00f3gico para Invent\u00e1rio de Emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa (GEE) na Engenharia e Constru\u00e7\u00e3o<\/em><em>\u2019.<\/em>\u00a0O que j\u00e1 \u00e9 um avan\u00e7o porque mostra como eles est\u00e3o se articulando para o uso de ferramentas sobre o assunto. Muitas empresas com capital aberto tamb\u00e9m j\u00e1 come\u00e7am a perceber que os investidores perguntam sobre quest\u00f5es sustent\u00e1veis e cobram isso\u201d, comenta o professor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A certifica\u00e7\u00e3o LEED \u2013 Leadership in Energy and Environmental Design \u2013 \u00e9 outro investimento que, em pouco tempo, toda a sociedade vai conhecer e saber de seus benef\u00edcios. \u201c\u00c9 muito f\u00e1cil, j\u00e1 que as quest\u00f5es ambientais e econ\u00f4micas andam juntas. \u00c9 bom para o meio ambiente e economicamente tamb\u00e9m \u00e9 melhor\u201d, ressalta. Para ele, em pouco tempo n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel operar no mercado sem esse tipo de certifica\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 praticamente obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro exemplo do progresso do setor \u00e9 o estabelecimento e divulga\u00e7\u00e3o do conceito g<em>reen building\u00a0<\/em>no Brasil. \u201cH\u00e1 alguns anos n\u00e3o havia a discuss\u00e3o sobre um investimento inicial maior em\u00a0<em>green building\u00a0<\/em>em contrapartida com as consequentes redu\u00e7\u00f5es de custos a longo prazo\u201d, diz Monzoni, acrescentando que o principal desafio est\u00e1 nas grandes obras. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio achar o direcionamento entre a necessidade e a infraestrutura, e ao mesmo tempo, de respeito entre o ambiente e a popula\u00e7\u00e3o local. \u00c0s vezes, os modelos e os incentivos que s\u00e3o colocados em cima da mesa fazem com que a \u2018trombada\u2019 entre essas duas quest\u00f5es seja bem grande. Se, por exemplo, houver um incentivo da gera\u00e7\u00e3o de energia a curto prazo, haver\u00e1 um tensionamento do meio ambiente e da sociedade local. \u00c9 complexo, mas \u00e9 necess\u00e1rio trabalhar a tecnologia social para se achar uma solu\u00e7\u00e3o, e ela existe\u201d. E explica: \u201c\u00c9 uma proposta de longo prazo, que envolve governan\u00e7a entre articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, instrumentos financeiros e econ\u00f4micos para apoiar atividades sustent\u00e1veis nesse territ\u00f3rio e indicadores para monitorar esse desenvolvimento. \u00c9 trazer para o \u00e2mbito local a discuss\u00e3o que se d\u00e1 no global, as grandes quest\u00f5es da Rio+20, como Economia Verde Inclusiva, Governan\u00e7a entre outros temas. \u00c9 pensar em como construir uma agenda e como ela ser\u00e1 governada. A empresa \u00e9 um entre outros atores, e como monitorar se o caminho est\u00e1 certo?\u201d, questiona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Referindo-se ao PAC, programa do governo federal que representa investimentos da ordem de R$ 1 trilh\u00e3o, Monzoni indaga: \u201cE como fazemos dentro desse novo contexto de sustentabilidade? \u00c9 poss\u00edvel?\u201d. Ele entende que sim e completa: \u201c\u00c9 necess\u00e1rio aprender com o passado, n\u00e3o cometer os mesmos erros e ter uma tecnologia social para esse grande investimento, afinal a ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o \u00e9 quem vai ficar com grande parte dessa verba, porque \u00e9 a fornecedora de todos os empreendedores\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PRINCIPAIS MOMENTOS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Criado em 2003, os GVces surgiu com o objetivo de inserir o tema sustentabilidade dentro de uma escola de neg\u00f3cios, o que ocorreu de duas maneiras: por meio da grade curricular e, tamb\u00e9m, explorando a rela\u00e7\u00e3o da escola com a comunidade empresarial, governo e pol\u00edticas p\u00fablicas. \u201cIsso pensando em uma transforma\u00e7\u00e3o maior da sociedade, para outro tipo de desenvolvimento\u201d, comenta o coordenador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCome\u00e7amos pequenos e t\u00ednhamos uma origem mais forte do tema de sustentabilidade na ind\u00fastria financeira, j\u00e1 que eu vinha de um trabalho nessa \u00e1rea. E continuamos trabalhando o assunto na ind\u00fastria financeira e mercado de capitais\u201d, explica Neto. Como consequ\u00eancia, uma das grandes realiza\u00e7\u00f5es dos GVces foi a cria\u00e7\u00e3o, em 2005, do \u00cdndice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), junto a BM&amp;Bovespa e a\u00a0<em>International Finance Corporation<\/em>\u00a0(IFC), bra\u00e7o financeiro do Banco Mundial. \u201c\u00c9 uma grande conquista e marco da hist\u00f3ria do GVces. Temos uma contribui\u00e7\u00e3o muito forte nesse projeto. Somos respons\u00e1veis pela metodologia e question\u00e1rio\u201d, comemora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mesmo contexto, a participa\u00e7\u00e3o do GVces no \u2018Guia Exame de Sustentabilidade\u2019, do grupo Abril, tamb\u00e9m \u00e9 destaque. \u201cO guia tem uma exposi\u00e7\u00e3o grande e trabalha com um universo muito maior. Para se ter uma ideia, s\u00e3o cerca de 180 empresas somente este ano\u201d, diz o professor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De 2004 a 2011, o GVces sediou e dirigiu o \u2018<em>New Ventures Brasil<\/em>\u2019, um programa de apoio a empreendedores que buscava incorporar a sustentabilidade em seus modelos de neg\u00f3cio.\u00a0\u201cPromov\u00edamos as inova\u00e7\u00f5es ambientais de pequenos e m\u00e9dios empres\u00e1rios, seja de novos materiais, biodiversidade, manejo, org\u00e2nico etc. e apresent\u00e1vamos em um F\u00f3rum de Investidores\u201d, diz o coordenador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro tema importante para o centro de estudos \u00e9 o desenvolvimento local. \u201cPor meio de um trabalho em parceria com a Alcoa, empresa apoiadora da iniciativa, chamado \u2018Indicadores de Juruti\u2019, e em conjunto com a popula\u00e7\u00e3o paraense do munic\u00edpio de mesmo nome \u2013 local de inser\u00e7\u00e3o de um grande empreendimento de bauxita da Alcoa \u2013 conseguimos desenvolver conhecimento no tema de desenvolvimento local, com a inser\u00e7\u00e3o de empresas e grandes empreendimentos, em particular na Amaz\u00f4nia\u201d, comenta Neto. Segundo ele, h\u00e1 uma nova \u2018onda\u2019 de grandes investimentos na Amaz\u00f4nia e com o trabalho da Alcoa foi poss\u00edvel construir conhecimento do que seria uma inser\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel, com discuss\u00f5es e debates sobre o tema. \u201cChamaria isso de uma tecnologia social que envolve n\u00e3o somente a gest\u00e3o de impacto, mas a constru\u00e7\u00e3o de pactos, de articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e reconstru\u00e7\u00e3o de futuro comum junto \u00e0 sociedade\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O clima \u00e9 outro assunto relevante na hist\u00f3ria da institui\u00e7\u00e3o. \u201cSomos bastante conhecidos por meio do programa brasileiro GHG Protocol, que completa cinco anos em 2013, e visa criar uma cultura de invent\u00e1rio de dados de efeito estufa no setor empresarial corporativo. O programa re\u00fane 106 organiza\u00e7\u00f5es \u2013 um aumento de 450% desde o come\u00e7o da iniciativa, em 2008 \u2013 dos mais variados tamanhos e dimens\u00f5es, representando 16 setores da economia brasileira\u201d, afirma o professor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quest\u00e3o do consumo sustent\u00e1vel, tanto do setor privado quanto de compras p\u00fablicas, tamb\u00e9m \u00e9 abordada pela entidade. \u201cHoje j\u00e1 virou pol\u00edtica p\u00fablica. Mas, em 2004, quando come\u00e7amos a discutir o assunto, as pessoas achavam que era desculpa para aumentar os pre\u00e7os. E, atualmente, o governo federal tem gente trabalhando com isso\u201d, ressalta. Outra a\u00e7\u00e3o de importante contribui\u00e7\u00e3o junto \u00e0 sociedade na produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o e conhecimento \u00e9 a revista mensal \u2018P\u00e1gina 22\u2019 que j\u00e1 est\u00e1 em sua s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o coordenador, o tema sustentabilidade j\u00e1 foi bastante difundido internamente na FGV. \u201cHoje j\u00e1 existe uma pasta dentro do lato sensu sobre gest\u00e3o de sustentabilidade. E, na gradua\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma disciplina que \u00e9 reconhecida e sucesso de p\u00fablico e de cr\u00edtica, que \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o integrada para sustentabilidade. \u00c9 uma inova\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o de alunos na gest\u00e3o empresarial e p\u00fablica, porque al\u00e9m da aula formal, os alunos fazem muita viagem de campo, v\u00e3o para a Amaz\u00f4nia conhecer Belo Monte, para o Par\u00e1 ver a biodiversidade, j\u00e1 foram para o Mato Grosso saber mais sobre agroneg\u00f3cio, entre outras\u201d. Al\u00e9m de trabalhar outras janelas de aprendizado, como Tai Chi, dan\u00e7a, artes etc. \u201cAfinal, nem todo o conhecimento entra pela maneira formal e um power point. Acredito que essa disciplina seja algo inovador tamb\u00e9m na rela\u00e7\u00e3o aluno e escola\u201d, completa.<\/p>\n<pre>Fonte: vivagreen.com.br<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como o mercado j\u00e1 percebeu a gera\u00e7\u00e3o de valor e de oportunidades, a\u00e7\u00f5es e pol\u00edticas verdes aumentam a cada 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