{"id":85873,"date":"2026-05-09T21:29:45","date_gmt":"2026-05-10T00:29:45","guid":{"rendered":"https:\/\/blogopara.com.br\/?p=85873"},"modified":"2026-05-09T21:34:15","modified_gmt":"2026-05-10T00:34:15","slug":"baiana-de-103-anos-toma-coca-cola-todos-os-dias-e-diz-me-sinto-como-se-tivesse-40-50-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogopara.com.br\/index.php\/2026\/05\/09\/baiana-de-103-anos-toma-coca-cola-todos-os-dias-e-diz-me-sinto-como-se-tivesse-40-50-anos","title":{"rendered":"Baiana de 103 anos toma Coca-Cola todos os dias e diz: &#8216;Me sinto como se tivesse 40, 50 anos&#8217;"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 1rem;\">Quem v\u00ea aquela senhorinha vaidosa, de sorriso largo e passos firmes, dificilmente imagina a idade que ela carrega no corpo. Ou melhor, que se recusa a carregar. Aos 103 anos, dona Floripes Malheiros Garrido desafia o calend\u00e1rio como quem dobra uma esquina conhecida. Sobe e desce sozinha os 18 degraus que levam ao apartamento onde mora, no 1\u00ba andar de um pr\u00e9dio da Rua Miguel Burnier, na Barra, com a mesma naturalidade de quem ainda tem uma vida inteira pela frente.<\/span><\/p>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-1zf03sppw4\">A rotina alimentar tamb\u00e9m desafia qualquer cartilha sobre envelhecimento. Dona Flor toma Coca-Cola todos os dias e adora caipirosca de caju. Na mesa, tamb\u00e9m se esbalda. Come acaraj\u00e9, abar\u00e1, feijoada e moqueca de peixe sem parcim\u00f4nia. \u201cComo de tudo, mas um feij\u00e3ozinho de leite com peixe tem o seu lugar\u201d, confessa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-rwykoe3jkc\">Ao ser questionada sobre sua idade, dona Flor lan\u00e7a a pergunta \u00e0 filha, como se o n\u00famero pertencesse mais aos outros do que a ela. Diante da resposta, devolve descrente: \u201c\u00c9 mesmo? Me sinto como se tivesse 40, 50 anos. Gra\u00e7as a Deus tenho vitalidade, minha vida toda \u00e9 dirigida por mim. Tomo conta de tudo, da minha vida e dos que est\u00e3o perto de mim\u201d, conta, orgulhosa.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full\">\n<div id=\"galeria-simples-an45villd3\" class=\"component--galeria simples\">\n<div class=\"wrapper\">\n<div class=\"gallery-header\"><\/div>\n<div class=\"gallery-slider\">\n<div class=\"slider-custom-container\">\n<div class=\"gallery-slider__images\">\n<div class=\"slick-initialized slick-slider\">\n<div class=\"slick-list draggable\">\n<div class=\"slick-track\">\n<div class=\"item slick-slide\" tabindex=\"-1\" data-slick-index=\"7\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div class=\"item slick-slide\" tabindex=\"-1\" data-slick-index=\"15\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div class=\"item slick-slide\" tabindex=\"-1\" data-slick-index=\"26\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div class=\"item slick-slide\" tabindex=\"-1\" data-slick-index=\"35\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div id=\"\" class=\"item slick-slide slick-cloned\" tabindex=\"-1\" data-slick-index=\"49\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<div id=\"\" class=\"item slick-slide slick-cloned\" tabindex=\"-1\" data-slick-index=\"63\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"galeria-caption\">\n<div class=\"caption\">\n<div class=\"credit\">o estou convencida de que sou velha&#8217; por Sora Maia\/CORREIO<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-fmcm1hrxco\">\u00c9 como se, em algum momento da vida, o tempo tivesse desacelerado apenas para ela. Certa vez, confidenciou a uma prima: \u201cN\u00e3o estou convencida de ser velha, s\u00f3 um pouquinho usada\u201d. Ali\u00e1s, \u201cvelha\u201d \u00e9 uma palavra que dona Flor rejeita com firmeza. \u201cAcho uma palavra muito feia. Velho \u00e9 o que n\u00e3o presta, o que se joga fora. N\u00e3o gosto n\u00e3o\u201d, sentencia. E faz quest\u00e3o de reafirmar sua pr\u00f3pria defini\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia: \u201cN\u00e3o me sinto velha, me sinto \u00f3tima. Costuro muito, fa\u00e7o croch\u00ea. Sou uma pessoa que n\u00e3o \u00e9 de se jogar fora\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-bjj9te56yy\">A vida de dona Flor pulsa, tem movimento. Talvez por isso ela pare\u00e7a perder a no\u00e7\u00e3o do tempo \u2014 ou simplesmente se recuse a obedec\u00ea-lo. J\u00e1 atravessou mais de 37,5 mil dias e integra o seleto grupo dos 5.536 baianos que passaram dos 100 anos. Em Salvador, s\u00e3o 516 centen\u00e1rios, segundo o \u00faltimo Censo do IBGE. Mas, para ela, envelhecer nunca significou uma espera silenciosa pelo fim.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-dyy62hrswd\">\u201cA ansiedade \u00e9 cruel com o idoso, o convida a esperar a morte quieto. Mas ela se rebela contra isso\u201d, diz o ca\u00e7ula e o mais mimado dos cinco filhos de dona Flor, o psicoterapeuta Vitor Garrido. Quando questionada sobre a maternidade, ela tenta ser justa: \u201cTodos s\u00e3o meus filhos queridos, tudo tem que ser igual\u201d. Mas, quando fala de V\u00edtor, se entrega: \u201cMeu filho \u00e9 tudo na minha vida, amo meu filho lindo, ele \u00e9 dez\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-9oec7f53zn\">Se hoje impressiona ao subir e descer os 18 degraus do pr\u00e9dio, h\u00e1 dez anos o desafio era ainda maior. Aos 93, morava no 3\u00ba andar e encarava o triplo de escadas v\u00e1rias vezes ao dia. \u201cTenho uma tese de que o crossfit dela foi a m\u00e1quina de costura\u201d, brinca Vitor. \u201cEla costurava muito numa \u00e9poca em que a m\u00e1quina era manual e tinha pedal\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-a6qowqjwh4\">Costurou cal\u00e7as, vestidos de casamento, roupas de baile&#8230; Hoje, o ritmo diminuiu, mas a habilidade continua intacta. Dona Flor ainda enfia a linha na agulha sem precisar de \u00f3culos, desafiando at\u00e9 a l\u00f3gica do desgaste natural do tempo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-m5urqfb20r\"><b>Quebra padr\u00f5es<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-juwu2e6h8o\">Mas essa jovem centen\u00e1ria parece que nasceu para quebrar padr\u00f5es. Ela contraria tudo o que se espera quando se pensa em algu\u00e9m com a sua idade. Tem mais disposi\u00e7\u00e3o e sede de viver do que muito jovem. \u201cN\u00e3o me sinto velha com 103 anos. Sou muito ativa. N\u00e3o sinto o peso da idade. Falam comigo que eu estou muito nova para ter essa idade\u201d. Tamb\u00e9m se gaba por n\u00e3o ter nenhum problema de sa\u00fade. \u201c\u00c0s vezes, as costas me d\u00f3i, mas a\u00ed eu me deito ou me sento e a dor passa. Minha press\u00e3o \u00e9 \u00f3tima, a glicose est\u00e1 maravilhosa\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-oe4cjmhvvf\">Dona Flor adora rua, gosta de festa, de dan\u00e7ar, cantar e, agora, cismou que quer aprender a tocar viol\u00e3o. J\u00e1 ganhou at\u00e9 o instrumento. Em m\u00e9dia, duas vezes por semana, o filho a leva para passear. Ele conta que, basta ligar e dizer que est\u00e1 passando para peg\u00e1-la, que dona Flor nem quer saber para onde v\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-4zeh5hpgkz\">Se \u00e9 pra sair de casa, vai feliz. Mas n\u00e3o pode sair de qualquer jeito. Quer sempre estar bonita e, de prefer\u00eancia, com um vestido novo. N\u00e3o abre m\u00e3o da maquiagem nem dos brincos grandes. \u201cA mulher que n\u00e3o se enfeita, se rejeita\u201d, costuma dizer.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-aibwte7fxy\">Entre os programas preferidos est\u00e3o os passeios no Shopping Barra, as idas ao Clube Espanhol e as sa\u00eddas para comer. No shopping, j\u00e1 \u00e9 figurinha conhecida. As pessoas a cumprimentam e ela \u00e9 toda receptiva. \u201cCanso de ouvir: \u2018como eu queria chegar nessa idade\u2019\u201d. Agora, ela botou na cabe\u00e7a que quer bater perna na Avenida Sete, para relembrar dos tempos que vivia por l\u00e1 comprando aviamentos de costura.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-4ypzglyhxv\">Dona Flor tamb\u00e9m adora ir \u00e0 praia. \u201cFico sentada tomando sol, vou no mar, tomo um banho e volto\u201d. Enquanto os moradores mais idosos da Barra reclamam do Carnaval, ela faz coro com os trios. \u201cGosta de ver a confus\u00e3o, \u00e9 terminantemente contra a sa\u00edda do Carnaval da Barra. Ela \u00e9 uma idosa disruptiva, d\u00e1 um tapa no etarismo\u201d, reconhece o filho.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-mqt9l1aw62\">Quando jovem, sonhava em ser cantora, mas nunca levou o desejo adiante. Agora, se realiza em pequenas apresenta\u00e7\u00f5es nos Encontros da Cultura, evento que mistura palestra e m\u00fasica e \u00e9 realizado na Associa\u00e7\u00e3o Baiana de Medicina (ABM). Ultimamente, tem ensaiado o repert\u00f3rio da pr\u00f3xima apresenta\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 no dia 18 de maio. Dona Flor subir\u00e1 mais uma vez ao palco e soltar\u00e1 o vozeir\u00e3o afinado. \u201cEla adora palco e aplausos\u201d, entrega o filho, que \u00e9 quem conduz os Encontros da Cultura.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-zn8qyzm010\">Mesmo quando est\u00e1 em casa, ela n\u00e3o costuma ficar parada. \u201cAcordo, tomo meu caf\u00e9 e fico rodando por aqui. Sento na varanda, fico de l\u00e1 pra c\u00e1\u201d, conta. Volta e meia, liga para V\u00edtor dizendo que est\u00e1 com desejo de comer alguma coisa. \u201cEla n\u00e3o tem nenhuma restri\u00e7\u00e3o alimentar. Toma v\u00e1rias cocas por dia, come salgadinho, doces. Est\u00e1 sempre me fazendo alguma encomenda. Se deixar, come todo dia uma barra de chocolate\u201d. De tanto que as hist\u00f3rias de Flor divertia seus pacientes, o filho criou uma p\u00e1gina para ela no Instagram: flor104garrido.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-d5ujs3o8zd\"><b>Fam\u00edlia<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-p7yty70in6\">Al\u00e9m de V\u00edtor, diariamente Dona Flor fala com as tr\u00eas filhas: Delfina, Marize e Lucila. O outro filho, Roberto, morreu quando tinha s\u00f3 um ano de vida, ap\u00f3s contrair uma meningite. \u201cFicou uma lembran\u00e7a triste\u201d, diz. Ele \u00e9 uma das saudades de dona Flor. A outra \u00e9 do marido, o espanhol Vitorino, com quem foi casada por 49 anos. \u201cEle era seis anos mais velho e ela acha que ele morreu cedo, aos 79 anos\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-zjs0701k55\">Apesar da saudade, ela n\u00e3o tem pressa em reencontr\u00e1-lo. O filho conta que teve um sonho com o pai que o deixou preocupado. Estava sentado em uma pra\u00e7a com a m\u00e3e, quando o pai chegou para busc\u00e1-la. Ao acordar, pensou no significado que poderia ter e ficou em d\u00favida se contaria a m\u00e3e. \u201cEla respondeu: \u2018diga a ele que eu n\u00e3o estou com pressa, estou gostando de ficar aqui\u2019\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-lyiazpg3a1\">Quem v\u00ea dona Flor tem a sensa\u00e7\u00e3o que ela \u00e9 daquelas pessoas sem preocupa\u00e7\u00e3o, embora confesse que se preocupa com a sa\u00fade. Mas diz que \u00e9 dura na queda. Tamb\u00e9m parece destemida, apesar de se declarar cheia de medos. Entre eles, o de morrer. Um dia feliz pra ela \u00e9 passar bem. \u201cPassar bem com sa\u00fade e os parentes todos com sa\u00fade tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"flex flex-col w-full font-normal text-[18px] leading-[30px] text-tw-theme-text-default\">\n<p id=\"paragrafo-n2pc10adq1\">Quando questionada se h\u00e1 uma receita para viver tanto e chegar a essa idade t\u00e3o bem, ela recorre ao simples: \u201cO segredo da longevidade \u00e9 ser de cora\u00e7\u00e3o, pensar s\u00f3 no que \u00e9 bom. E quem n\u00e3o tem com quem dan\u00e7ar, dan\u00e7ar sozinho\u201d. Talvez seja isso. Enquanto muita gente apenas atravessa o tempo, dona Flor parece ter feito um acordo silencioso com a vida: ela quer continuar cantando, dan\u00e7ando, passeando e tomando Coca-Cola.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem v\u00ea aquela senhorinha vaidosa, de sorriso largo e passos firmes, dificilmente imagina a idade que ela carrega no corpo. Ou melhor, que se recusa a carregar. 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