POLÍTICA

Disputa pelo Governo da Bahia tem primeiro duelo entre PGPs de ACM Neto e Jerônimo neste final de semana; veja programação

Pela primeira vez, neste final de semana, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) vão realizar simultaneamente eventos de escuta popular para construção dos respectivos programas de governo.

O ‘PGP – Programa de Governo Participativo’, de Jerônimo, chega a Itaberaba, no território do Piemonte do Paraguaçu, às 9h, neste sábado (6), enquanto o ‘Sua Voz É Nossa Voz’, idealizado por Neto, desembarca às 16h, em Barra da Estiva, na região da Chapada Diamantina – a uma distância entre si de menos de 300 quilômetros.

Antes, na noite desta sexta (5), o pré-candidato das oposições ao Palácio de Ondina participa de um ato em Madre de Deus, na Região Metropolitana de Salvador.

A agenda petista em Itaberaba terá o time completo da chapa puro-sangue, que além de Jerônimo inclui o senador Jaques Wagner (PT) e o ex-governador e ex-ministro Rui Costa (PT), que voltou a ser alvo da PGR sobre no processo dos respiradores. A programação prevê ainda um ato voltado à juventude, cultura e educação. O modelo se repete no domingo (7) em Ipirá.

Barra da Estiva, por sua vez, será a segunda cidade a sediar o movimento “Sua Voz é Nossa Voz”, iniciativa lançada pela oposição na última terça-feira (2), em Jacobina. Terá também o time completo com Neto, com o pré-candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), e com os postulantes ao Senado, senador Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma, presidente do PL na Bahia.

No segundo turno de 2022, também em disputa com ACM Neto, Jerônimo venceu em ambas as cidades. Em Itaberaba, o petista obteve 54,08% dos votos válidos, contra 45,92% do candidato do União Brasil. Já em Barra da Estiva a vantagem foi mais ampla: 64,37% contra 35,63%.

Ao mirar o interior, especialmente as cidades ontem não tem prefeito aliado, ACM Neto se movimenta para diminuir a vantagem que Jerônimo, em razão da “força da máquina”, tem em municípios mais dependem financeiramente do Estado.

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