JUAZEIRO

Juazeiro: Climatização nos banheiros, mas sem portas. Ação provoca questionamentos no Mercado Joca de Oliveira

Uma ação da Autarquia Municipal de Abastecimento (AMA), de Juazeiro, no norte da Bahia, vem chamando a atenção de permissionários e usuários do Mercado Municipal Joca de Oliveira. A instalação de aparelhos de ar-condicionado nos banheiros do equipamento público foi recebida com questionamentos diante das condições estruturais enfrentadas atualmente por parte das instalações sanitárias.

Segundo relatos de permissionários, alguns banheiros estão sem portas, comprometendo completamente a privacidade de quem precisa utilizar o espaço. Há ainda sanitários que, conforme as denúncias, apresentam problemas estruturais e não oferecem condições adequadas de uso.

A situação provocou uma pergunta entre comerciantes e frequentadores do mercado: seria prioridade instalar aparelhos de ar-condicionado em banheiros que ainda enfrentam problemas básicos de infraestrutura?

Para os permissionários, antes de investir na climatização, seria necessário garantir o mínimo de dignidade aos usuários, com portas, vasos sanitários em condições de uso, limpeza adequada, iluminação, manutenção hidráulica e estrutura que assegure privacidade.

A crítica não se limita aos banheiros. Comerciantes também defendem que o poder público deveria discutir uma política mais ampla para revitalizar o Mercado Joca de Oliveira, tornando o espaço mais atrativo para consumidores e comerciantes.

Na avaliação dos permissionários, investimentos em infraestrutura, organização dos espaços, melhorias na acessibilidade, segurança, limpeza, divulgação e ações capazes de atrair novos comerciantes poderiam contribuir para aumentar o fluxo de pessoas e fortalecer a atividade econômica no mercado.

A expectativa dos comerciantes é que a AMA avalie as reclamações e apresente um cronograma de manutenção e melhorias para o Mercado Joca de Oliveira, incluindo não apenas os banheiros, mas também medidas capazes de recuperar a estrutura, atrair consumidores e movimentar novamente o comércio no equipamento público.

Deixe uma resposta