JUAZEIRO POLÍCIA

Caso Beatriz: Lucinha Mota cita mais quatro personagens que não foram apresentados como suspeitos pela polícia e afirma que vai “colocar todos na prisão”

Em nova live realizada nesta quinta-feira, (06), Lucinha Mota, mãe da garota Beatriz Angélica voltou a citar os cinco personagens suspeitos revelados pela polícia civil e que concederam entrevista com exclusividade ao Blog Edenevaldo Alves na época do assassinato.

Lucinha Mota iniciou a live apresentando um vídeo que mostra o suposto assassino entrando no Colégio Auxiliadora, após receber uma possível ligação.

“Esse suposto assassino recebe um sinal e entra no colégio, estou falando isso porque segundo depoimento de um dos personagens, no dia não entrou ninguém suspeito, mas como, se esse personagem que trabalhou lá conhecia pais de alunos e os funcionários da escola?”, questiona.

A mãe de Beatriz cita o nome de Fábio de Souza Campos, que estava na guarita no dia da formatura, onde ela e Sandro, pai da garota entraram para a festa.

“No depoimento dele, ele diz que ficou paralisado, mas o delegado diz que ele ficou inquieto o tempo todo com o celular na mão por mais de 20 minutos, então pergunto cadê as mensagens e as ligações? Nos procure para conversar”, sugere Lucinha ao personagem.

Lucinha revelou ainda que um professor teria chegado para Fábio afirmando ter visto um homem nas proximidades do bebedouro e volta a citar o nome do piscineiro Adailton da Silva Paixão, que foi visto segundo ela, dentro da quadra.

“Tem gente que diz que o viu ascendendo lâmpadas no colégio, mas se não foi ele, quem foi? Pessoas me relataram também que ele foi visto no IML, mas foi fazer o que lá?”.

O nome do irmão do outro personagem, que mora em Ipojuca (PE), o de Erildo José do Nascimento é citado por Lucinha Mota e ela pergunta o motivo do irmão dele frequentar a festa. O nome de Luzineide Leandro dos Santos também é apresentado.

“Todas as vezes que ela pegava algo na cozinha, no banheiro, teve um momento que ela desviou para uma área escura, então quem foi a pessoa que ela viu debaixo das mangueiras? Quem foi visto por ela chorando? Não posso citar o nome porque está no inquérito. Será que ela viu algum aluno perto de uma santa que fica dentro do colégio?”, pergunta.

O último personagem citado é o de Edivanilson José de Amorim. Lucinha diz que pediu ajuda ao mesmo e faz uma revelação.

“Eu pedi ajuda a ele, mas não me ajudou e todas as noites eu faço questão de ver a imagem dele balançando a perna de nervoso, quando eu entrei na escola todas as luzes estavam acesas, depois dessa tragédia as luzes de apagaram. No depoimento ele diz que procurou Beatriz o tempo todo, mas não foi me procurar”, disse.

Mais quatro personagens

Lucinha Mota cita mais quatro personagens que não são apresentados pela polícia civil e que eles foram vistos na sala do sistema de computadores.

“Os quatro estavam lá dentro depois do crime, pois temos testemunhas que afirmam, estamos dispostos a descobrir tudo e a fazer uma delação premiada, até conceder o perdão, pois sei que nem todos estão envolvidos”, afirmou.

Elogio à delegada Sara Machado e desabafo

Como primeira delegada do caso, Lucinha Mota diz que Sara Machado produziu em 11 dias conteúdo suficiente sobre o crime, até mais que os delegados Marceone Ferreira e Gleide Ângelo, que já passaram pelo caso.

“Não sei porque tanta mudança de delegado, tinham deixado Sara Machado, mas eu garanto que vou lutar até o fim da minha vida para colocar todos na prisão”, finalizou Lucinha bastante abalada e emocionada.

Fonte: Edenelvaldo Alves

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