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A polícia apontou que a execução de quatro trabalhadores baianos, encontrados mortos na Região Metropolitana de João Pessoa teria sido determinada por um líder de facção criminosa com atuação no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (9). As informações são do g1. Segundo as investigações, o suposto mandante do crime está entre os foragidos e se esconderia no território fluminense. A identidade dele não foi revelada pelas autoridades. A principal linha de apuração indica que o assassinato pode ter sido motivado por uma dívida relacionada ao tráfico de drogas atribuída a uma das vítimas, Lucas Bispo, de 22 anos. Chacina: trabalhadores baianos teriam sido vítimas do “tribunal do crime” 1 de 48 Trabalhadores sumiram de casa de apoio por Reprodução De acordo com a polícia, os outros três trabalhadores não teriam envolvimento com esse tipo de débito. Na noite da última quarta-feira (8), um homem suspeito de participação no caso foi localizado e preso durante uma operação conjunta da Delegacia de Homicídios com a Guarda Civil Metropolitana, em Bayeux. Ele foi encontrado em uma residência no bairro Comercial Norte, após cerca de seis dias de diligências. Com o suspeito, os agentes apreenderam o celular de uma das vítimas, o que reforçou os indícios de envolvimento no crime. Conforme a Polícia Civil, o homem já possuía passagem anterior por tráfico de drogas e integra a organização criminosa investigada. Apesar disso, ele não seria o responsável por fornecer entorpecentes ao trabalhador apontado como devedor. As apurações também identificaram outros cinco suspeitos de participação direta nas mortes e na ocultação dos corpos. Todos já tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça e seguem sendo procurados. Durante a ação policial que resultou na prisão do suspeito, uma mulher que estava no imóvel também foi detida em flagrante por tráfico de drogas. Segundo a polícia, não há indícios de que ela tenha ligação com o homicídio dos trabalhadores. O caso segue sob investigação, com diligências em andamento para localizar os demais envolvidos e esclarecer a dinâmica completa do crime.

Uma turista identificada como Tayane Dalazen 36 anos foi mordida por um tubarão enquanto mergulhava em Fernando de Noronha, em Pernambuco. O caso aconteceu há três meses, na região do Porto de Santo Antônio, em frente à Associação de Pescadores, uma das áreas mais frequentadas por visitantes. Moradora de São Paulo, foi atingida na perna por um tubarão-lixa.

O momento do incidente foi registrado em imagens divulgadas por Tayane nesta quinta-feira (9) que mostram o ataque com mais nitidez. Em relato sobre o episódio, a turista comentou sobre o registro das imagens. “Recebi essas imagens, feitas há três meses. O vídeo é mais nítido e mostra o momento de frente”, disse.

Após o ataque, Tayane foi levada ao Hospital São Lucas, onde recebeu atendimento médico. De acordo com a unidade de saúde, o ferimento foi superficial e sem gravidade. A paciente chegou ao local consciente, orientada e em estado estável, sendo submetida a curativo e medicação antes de receber alta.

A mulher também descreveu o tipo de mergulho realizado no momento do incidente, que ocorreu sob acompanhamento do condutor de visitantes Erivaldo Alves da Silva, conhecido como Nego Noronha. “O mergulho com tubarão-lixa é comum em várias partes do mundo. A espécie é conhecida por não ser agressiva e não ter o ser humano como presa”, afirmou.

Segundo a turista, a recuperação ocorreu sem complicações, restando apenas a cicatriz da mordida, que ela afirma não ter intenção de retirar. Em nota, o hospital informou ainda que comunicou o caso aos órgãos responsáveis, incluindo equipes de vigilância ambiental, Corpo de Bombeiros e o Comitê de Monitoramento de Incidentes com Tubarões.

As medidas incluem acompanhamento da área e ações preventivas voltadas ao turismo local. O episódio reacende o debate sobre a interação entre humanos e animais marinhos em áreas turísticas, especialmente em locais onde o mergulho com espécies selvagens é prática comum.

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