BAHIA MEIO AMBIENTE

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: Cadê as ararinhas-azuis?

​Um leitor do município de Curaçá, encaminhou denúncia para a nossa redação, sobre o projeto de reintrodução da ararinha-azul na nossa região, segundo o leitor o projeto deixou mais perguntas e prejuízos do que resultados.

​O extermínio das abelhas: Na pressa para limpar os ocos das árvores e agilizar a soltura, o ICMBio sacrificou inúmeros enxames de abelhas — a maioria Apis (que podiam ter sido salvas em parceria com apicultores), mas também abelhas nativas da Caatinga, como a Sanharó. Uma agressão desnecessária ao nosso ecossistema.

E as aves, cadê? A informação que corre é que levaram embora as ararinhas que estavam saudáveis e deixaram no habitat apenas as que testaram positivo para o circovírus (a doença do bico e das penas).

​Será que o nosso sertão vai virar abrigo apenas para as aves doentes? O ICMBio vem, implanta o projeto de forma equivocada, o projeto some e a conta do prejuízo ambiental fica para nós, caatingueiros.

​A Caatinga e o povo local exigem respostas transparentes!

A desastre a gestão do ICMBio na cidade de Curaçá, Bahia, Brasil…

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