POLÍCIA

Caso Márcio: Associação emite nota sobre a inocência do GM no homicídio

A Associação dos Guardas Municipais de Juazeiro (AGMJ) divulgou, nesta sexta-feira (24), uma nota pública para esclarecer a situação envolvendo as investigações da morte de Márcio Pastor, ocorrida no dia 7 de julho, nas proximidades do Camelódromo, em Juazeiro.

Na ocasião, Márcio morreu após ser atingido por um golpe de madeira durante uma briga. Logo após o crime, informações que circulavam entre populares apontavam que um guarda municipal poderia ter participação no caso, fato que passou a ser investigado pelas autoridades competentes.

De acordo com a AGMJ, com a conclusão do inquérito policial e o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), o guarda civil municipal Walter Pimentel da Silva Filho não foi indiciado, não foi denunciado e também não responde a qualquer acusação criminal relacionada ao episódio.

Segundo a entidade, a denúncia apresentada pelo Ministério Público foi direcionada exclusivamente contra João Batista de Oliveira, enquanto Walter Pimentel foi relacionado ao processo apenas na condição de testemunha. Leia a nota completa.

A associação informou ainda que o servidor colaborou com as investigações desde o início, prestando todos os esclarecimentos solicitados pelas autoridades policiais. Conforme a nota, tanto o inquérito quanto a denúncia não apontaram qualquer envolvimento do guarda municipal na autoria, coautoria ou participação no crime.

A AGMJ também destacou seu respeito ao trabalho desenvolvido pela Polícia Civil, pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, reafirmando confiança na atuação das instituições responsáveis pela apuração dos fatos.

Por fim, a entidade manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Márcio Pastor e afirmou que a conclusão da investigação esclareceu os fatos em relação ao seu associado, que permaneceu no processo apenas como testemunha.

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