JUAZEIRO

Paulo Bomfim governa num faz de conta, por isso a cultura é um faz de conta cultural

Um governo de faz de conta, não poderia fazer outra coisa com a cultura: um faz de conta cultural. É assim desde a gestão do prefeito Isaac Carvalho que a cultura de Juazeiro tem sido tratada, um verdadeiro desmonte e desconstrução do imenso acervo cultural que era Juazeiro (era mesmo!).

Mas essa lógica de destruição da cultura não é por mero desconhecimento ou desprezo, ela é bem intencional e arquitetada por marqueteiros que fizeram as campanhas “vitoriosas” das gestões do PC do B em Juazeiro. Eles sabem muito bem e exploram isso para subjugar o povo, que sem suas raízes de pertencimento e sem o conhecimento da sua história, vivências das suas tradições e rituais, vira presa fácil para o processo de aculturação dos símbolos do suposto “vaqueiro”.

Por andas os congos? A lenda da serpente da ilha do Fogo? O samba de Véi do Rodeadouro? A lenda da Nossa Senhora da Rapadura? E velha Estação? Os casarios? O esporte amador? As rodas de São Gonçalo? E os cordões dos penitentes? A noite boemia? As noites de São João? O melhor carnaval da Bahia? A carranca? A história da navegação?

Ao baixar o decreto de cortes de despesas no mês de abril, o prefeito Paulo Bomfim deixou a Secretaria de Cultura de fora, por motivos óbvios, não tinha mais o que cortar, a não ser a cabeça do secretário.

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