JUAZEIRO

REDE DE SAÚDE CAÓTICA, E O PREFEITO PAULO BOMFIM PENSANDO EM CARNAVAL

É surreal a postura insensível ou desumana do prefeito Paulo Bomfim (PCdoB), a bem da verdade ele parece sair de um filme de terror, um maníaco sádico que gosta de ver o povo sofrer. Além das péssimas condições da rede de saúde no município, ainda foi decretado situação de emergência por conta da “estiagem” ou ausência prolongada de chuvas na região.

No dia 09 do corrente mês, o prefeito se reuniu com representantes de blocos carnavalescos para tratar de ordenamento e normatização das prévias do Carnaval de Juazeiro 2020. Estamos no mês de outubro, a cidade em situação desesperadora com obras paradas, cronograma atrasado, cidade esburacada e cheia de lixos, fornecedores sem receber, protesto dos diversos setores da sociedade.

Como desgraça pouca é bobagem para Paulo Bomfim, no dia 17 foi licitada a empresa que vai faturar com o carnaval, é a mesma dos outros anos. A empresa Abdon Estruturas, o valor é de R$ 657 mil de reais. Para “gerir”, assessorar, organizar o carnaval e faturar alto com o circuito da orla.

E para a saúde quanto o prefeito vai disponibilizar? Ele e a secretária de Saúde tem sempre as mesmas desculpas esfarrapas da falta de recursos e que o município paga a conta dos outros municípios. E para as outras manifestações culturais? Não são prioridades.

Situação de emergência

É uma contradição ver que o gestor decretou situação de emergência e em seguida anunciar festa de carnaval. Ora, se não tem recurso para o básico e como tem para festa de Carnaval? Eu não quero dizer que a festa não tenha que ocorrer, não é essa a discussão. O Tribunal de Contas deveria estar atento, pois a medida que o município decreta situação de emergência também não deveria fazer a festa de Carnaval. Os blocos que façam o seu planejamento para realizar o evento, pois são empresas privadas e com fins lucrativos.

Segundo o Decreto Nº 702/2019, de 08 de outubro, ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários dos desastres, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de cento e oitenta dias consecutivos e ininterruptos, contados a partir da caracterização do desastre, vedada a prorrogação dos contratos, sem prejuízo das restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000). A ordem é gastar sem licitar!

Confira o decreto:0702-19 – DECLARAÇÃO DE EMERGÊNCIA 2019 – NOVO (1)

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