BAHIA POLÍTICA

Durante evento, Wagner pede ânimo diante da baixa popularidade de Major Denice

baixa popularidade da candidata do PT de Salvador nas eleições municipais deste ano não pode ser vista como jogo perdido para a sigla. Essa foi a avaliação do senador Jaques Wagner, durante evento para apresentação de pré-candidaturas para Câmara Municipal, na manhã deste domingo (6). Para o petista, o desempenho da PM é igual ao da candidatura do governador Rui Costa, quando, em 2014, foi tido com figura desconhecida nas eleições governamentais. Naquele ano, Rui ganhou no primeiro turno com 54,53% dos votos válidos.

“Quando a identidade começar a se formar e quando ficar claro o que significa a candidatura de Denice, não duvido que vamos ser impulsionados para construir um segundo turno e nele construir a vitória. Eu queria sempre lembrar a vocês que em 2014 quando escolhi Rui foi muito lero-lero no meu ouvido. O pessoal dizendo que não iria dar, que ele não tinha popularidade. Mas eu falava que era pra ter calma e que nós iríamos colher o que foi plantado. Temos luta em relação a tudo, temos obras do governo do estado, do federal, das universidades e das escolas técnicas”, disse o senador.

Wagner também lembrou que pessoas próximas avaliam que o ‘namoro’ entre o governador e o prefeito ACM Neto (DEM) deixa o PT enfraquecido na corrida eleitoral. Os dois estão sendo vistos como exemplo de união entre adversários durante a pandemia do novo coronavírus.

“Gente, não tem namoro nenhum. É só lembrar que antes da pandemia os dois viviam chutando a canela, e Rui bem mais que eu. Eu era mais de temperar. Agora, é evidente que não pode brincar durante a pandemia. Então, a aliança tem que ser construída em função da pandemia, da saúde do povo. Mas estamos aí, cada qual com o seu candidato”, completou.

De acordo com a últimas pesquisa divulgadas, Bruno Reis (DEM) é o mais bem colocado na disputa para prefeitura de Salvador. Em alguns levantamentos, Major Denice aparece atrás de nomes como Sargento Isidório (Avante), Lidice da Mata (PSB) e Olívia Santana (PCdoB).

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