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Oposição em Juazeiro, uni-vos pelo bem da cidade!

Uma cidade sitiada entre o medo e a omissão de uma oposição canhestra, assim está Juazeiro nos últimos anos com o domínio de um grupelho político comandado pelo vaqueiro de touro mecânico, Isaac Carvalho.

Com uma oposição em frangalhos, desmobilizada, amedrontada, sem participação, a cidade vive momentos muitos difíceis, pois sem a representação na câmara de vereadores, sem a participação dos comunitários, sem as vozes opositoras, o povo que muitas vezes é carente de representação, se ver numa encruzilhada na hora de votar: não tem jeito mesmo, ninguém aparece para mostrar os erros e equívocos da gestão, vou continuar votando nos mesmos candidatos.

Mostrar os erros e equívocos não é torcer contra, mas fazer o exercício pleno de uma democracia, que é o direito de contestar. Infelizmente as vozes que se levantam, muitas delas estiveram atreladas ao atual governo, e demoraram muito para se desenvencilhar desse projeto que tornou-se nocivo para a cidade.

Esse grupelho pseudo-comunista, que em hipótese alguma representa um projeto socialista, adora o controle absoluto dos meios de comunicação, como em todas as ditaduras e regimes fascistas. Assim, desde que a reencarnação de Joseph Goebbels assumiu a secretaria de comunicação, os editoriais de alguns blogs e programa de rádios ficou a cargo do mesmo. Infelizmente está tudo dominado, do jeito que o diabo gosta.

Uma urbe com medo, adoecida, com gente sofrida, que como carneiro manso segue para o abatedouro. Os seus algozes são mestres na arte da manipulação, impigem todo mal, para depois vir com a solução, como se eles não fossem os únicos responsáveis pelo mal. A cidade recebeu um gigantesco volume de recursos nesses últimos, mas padece de um projeto de desenvolvimento, enquanto Petrolina cresce, Juazeiro incha. E não tem como deixar de comparar, Petrolina está a menos de 800 metros de Juazeiro, e anos-luz quando se trata de administração que pensa no melhor para a cidade. Isso é fruto de planejamento.

Esse grupelho não segue um Plano Diretor, porque eles não tem um Plano Diretor. Esse grupelho não gosta de cultura, porque eles não têm cultura. Esse grupelho não gosta de educação, porque eles não tiveram educação. Esse grupelho não gosta da saúde pública, porque eles não gostam de povo.

Mas Juazeiro é nossa, é da nossa gente, é de quem nasceu aqui, é de quem gosta daqui, é dos seus filhos adotivos, é de todos e para todos. Por isso, cabe aqueles que querem o bem de Juazeiro se levantar, não ter medo de se expor, pensar Juazeiro para as próximas gerações. E é claro, valorizar o que de bom foi feito, mas sem perder a clareza de ser oposição.

Enio Costa Subtenente BM e educador

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