JUAZEIRO

VEREADOR ALLAN JONES E LIDERANÇAS DE JUREMAL ENTRAM COM AÇÃO NO MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA O SAAE

No último dia 05, o vereador Allan Jones (PTC) e lideranças comunitárias do Distrito de Juremal, representaram o SAAE no Ministério Público Estadual em razão das péssimas condições da água fornecida à comunidade.

A ação visa assegurar aos moradores da localidade de Juremal, o acesso água de qualidade e exigi do governo municipal melhoria de sua qualidade, já que o precioso liquido que abastece o Distrito, conforme análise do SENAI, está imprópria para o consumo humano, dada a presença de coliformes totais e fenol em excesso.

As análises foram realizadas a partir de denúncias feitas por parte da comunidade local, dando conta que água distribuída a população daquela localidade não atendia os padrões de potabilidade como determina a Portaria 2914/11, do Ministério da Saúde.

ENTENDA O CASO

Na sessão desta segunda-feira (04) o vereador Allan Jones (PTC) denunciou as péssimas condições da água que é consumida pela comunidade do Distrito de Juremal. O vereador apresentou um laudo técnico colhido com a participação de técnicos do SAAE, e analisado pelo SENAI, com base no relatório de Ensaios LABMA Nº 1136/19-2, que atestou um alto índice de coliformes fecais na água distribuída pelo SAAE.

Os moradores do distrito de Juremal, zona rural de Juazeiro, se reuniram na noite desta terça-feira (05) no Teatro Municipal para discutir sobre a qualidade da água que está chegando nas torneiras.

Durante o evento, o Professor Josué Nunes Ferreira fez abordagem sobre o grave problema da água contaminada que está chegando nas torneiras causando preocupação à todos os moradores da comunidade e mais três povoados vizinhos. “A situação é grave e esperamos que a administração municipal resolva o problema. É só isso que queremos. A maioria dos moradores é carente é não tem condições de comprar todos os dias água mineral para beber, e muitas das pessoas estão deixando de comprar comida e medicamentos para ter um pouco do que beber em suas casas, enquanto isso, no final de cada mês, o recibo do SAAE chega para que as pessoas paguem as contas pelo consumo de uma água contaminada”, lamentou o professor Josué.

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